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Cavadinha – CHALA HEAD CHALA no The Voice!

É isso mesmo que você leu, mas não foi dessa vez que pudemos testemunhar CHALA HEAD CHALA no The Voice. Pelo menos não no The Voice Brasil.

Calma, eu explico. O que aconteceu foi o seguinte: um participante do The Voice tailandês cantou a imortal abertura de Dragon Ball Z nas audições do programa que foi ao ar no dia 9 de outubro de 2016. Não só cantou, como o fez de maneira exemplar, tanto que os quatro técnicos viraram as cadeiras para o cara!

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Tailandês canta CHALA HEAD CHALA no The Voice local

Aí o cara vai lá canta CHALA HEAD CHALA no The Voice, vira todas as cadeiras, e depois manda um Kamehameha nos técnicos só de zueira! E eles recebem o golpe! É muita mitagem para um vídeo só!

Como se já não fosse mítico o suficiente, os técnicos pediram para o cara cantar também a abertura de Saint Seiya: Pegasus Fantasy. Não deu outra, mais um show! Infelizmente, como não falo tailandês, ficarei devendo o nome do mito, mas vocês podem assistir a, ou melhor, as apresentações dele clicando neste link. Se alguém souber o nome do cantor, fiquem a vontade para comentar.

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Cavadinha – Messi e Neymar, os Super Saiyajins!

Que este blog sempre falou sobre futebol e sobre animes/mangás não é nenhuma novidade. Contudo, esta é a primeira vez que estes universos, muitas vezes distantes, mostram-se tão unidos através de dois ícones do esporte mundial: Lionel Messi e Neymar Júnior.

Após perder a final da Copa América Centenário e anunciar a aposentadoria da Seleção Argentina, Messi se apresentou para a temporada 2016-17 com um novo visual: loiro! Tão logo, Neymar apareceu com o mesmo visual e muitas pessoas começaram com as brincadeiras. Ambos, entre os melhores jogadores do mundo e mais famosos rostos do planeta, estariam admitindo uma evolução? Será que agora estava finalmente explicado porque eles era capazes de fazer coisas tão incríveis? Estaria explicado o motivo de tantas pessoas chamarem Lionel Messi de extraterrestre? Seriam eles Saiyajins?  Ou melhor, agora Super Saiyajins?

Tão logo a primeira foto do novo visual de Messi vazou, surgiram boatos e montagens. À esquerda desenho feito pelo Esporte Interativo brincando com o visual do craque argentino.

Ok, sabemos que é uma brincadeira, mas o mais legal é que em meio a tantas montagens e brincadeiras dos fãs, os próprios jogadores entraram na festa! Após a massacrante vitória do Barcelona por 7 x 0 frente ao Celtic, pela estreia na UEFA Champions League 2016-17, Neymar postou uma foto no seu Instagram com Messi, na legenda: “FUSÃO 👉🏻🔥👈🏽 RÁ #Saiyajin”.

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Em seu Instagram oficial, Neymar posta foto com Messi e alusão a Fusão e a #Saiyajin

Uma óbvia referência a Dragon Ball, mas também uma mensagem para mostrar o tamanho da união entre ele e Messi, uma fusão que deu e dá ótimos frutos para o time catalão.

O fato é que se antes já haviam montagens e zueiras sobre os Super Saiyajins do Barcelona, agora é que não param de surgir novas e excelentes brincadeira. A do Esporte Interativo, lançada pouco depois da postagem de Neymar, foi uma dentre as tantas que surgiram.

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Esporte Interativo, sem perder tempo, já lançou outra montagem hilária dos craque do Barcelona.

O mais legal nessa história toda é ver que mesmo pessoas como Messi e Neymar, mundialmente famosos, são gente como a gente. Tiveram infâncias que compartilharam coisas conosco e ainda guardam boas lembranças. Sem contar também com a boa e velha zueira, a brincadeira e a leveza que nunca deve faltar nas nossas vidas!

Seja como for, as defesas adversárias que se preparem, pois agora os Super Saiyajins do Barcelona virão com tudo!

Nota: Se quiser acessar as postagens originais no Instagram, basta clicar aqui para ver a do Neymar e aqui para a do Esporte Interativo.

 

Review – Deadpool: anti-herói, carismático, insano…

Referências, humor ácido e quebras da quarta parede… Esse é Deadpool.

Deadpool-posterFicha Técnica:

Deadpool

Direção: Tim Miller

Produção: Simon Kinberg, Ryan Reynolds e Lauren Shuler Donner

Roteiro: Rhett Reese e Paul Wernick

Gênero: Ação, Comédia, Fantasia

Distribuição: 20th Century Fox

Elenco: Ryan Reynolds, Morena Baccarin, Ed Skrein, T. J. Miller, Gina Carano e Brianna Hildebrand

Lançamento: 2016

 

Após fracassar como Deadpool em “X-Men Origens: Wolverine” de 2009, e também como Lanterna Verde, no filme homônimo de 2011, ambos não exatamente por sua culpa, mas pelos diretores não souberem exatamente o que fazer com tais personagens, Ryan Reynolds retorna às telas para viver o falastrão mercenário da Marvel e mudar (para melhor) sua história no mundo cinematográfico dos super-heróis. Não que Deadpool seja exatamente um herói, mas vocês entenderam.

Deadpool já começa com uma apresentação subversiva, utilizando os créditos iniciais para satirizar o próprio personagem e toda a equipe de produção. O longa tem início, de fato, com Deadpool em um táxi, indo para um confronto enquanto dialoga com o taxista. Em meio à progressão do roteiro, somos interrompidos pelo protagonista que nos conta sua própria história. Basicamente é isso, temos uma linha temporal a ser seguida, mas constantemente interrompida para nos revelar o passado que o fez chegar a já conhecida situação presente. Uma fórmula muito simples e usual, mas sustentada pelo carisma e humor ácido de seu protagonista, juntamente com os artifícios da quebra da quarta parede.

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Tecnicamente, Deadpool é bastante competente. Embora tenha um orçamento baixo se comparados aos atuais filmes do gênero (algo inclusive também satirizado pelo personagem de forma bastante cômica), consegue ser eficiente na maioria de suas cenas. A variação de ângulos é muito bem utilizada em conjunto com o personagem, às vezes a câmera ajuda na quebra da quarta parede, outras, evidencia certas “partes” do uniforme (e do corpo) do protagonista, trabalhando com suas falas cheias de acidez cômicas. Há uma notável diferença de tonalidade de cores quando Wade Wilson está em cena e quando é Deadpool quem comanda a ação. No primeiro vemos cores mais frias e uma iluminação menos atraente, ao passo que no segundo vemos cores muito mais vibrantes e uma iluminação atrativa. O slow motion também contribui para a quebra da quarta parede e para a exposição do humor físico do filme, funcionando de forma muito eficiente. Somado a tudo isso, temos efeitos especiais e um trabalho de maquiagem muito bem feitos.

O maior destaque da obra é, sem dúvidas, o seu protagonista. Deadpool é hilário, sagaz, violento e irreverente. Com isso já teríamos um personagem bastante carismático, porém o filme trabalha-o de forma bem mais completa. Ao revelar o passado de Wade Wilson, vemos sua antiga vida de mercenário, contemplamos a construção de sua história de amor com Vanessa (Morena Baccarin), sua desolação com a descoberta de um câncer terminal e o surgimento de seus poderes após tantos pesares. Ryan Reynolds brilha como Wade Wilson, construindo um romance consistente e plenamente capaz de ser o estopim para as ações e resoluções futuras do personagem. Esse ótimo background, aliado a coerência da construção da personalidade do Deadpool e o desenvolvimento do mesmo, somam-se num protagonista imponente, extremamente interessante e capaz de segurar o filme sozinho. Valeu a insistência de Reynolds em trazer o personagem para um filme solo, o ator parece ter nascido para interpretar Deadpool, desde sua forma mais engraçada até a mais violenta.

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Já os outros personagens cumprem bem o seu papel. Par romântico de Wade Wilson, Vanessa é quem mais se destaca. Vital para o protagonista e para a trama, ela tem, em sua relação com Wade, um desenvolvimento visceral que culmina num amor convincente. Vale destacar a memorável cena de troca de “carinhos” entre o casal em datas de feriados. Colossus e Míssil Adolescente Megasônico (Brianna Hildebrand) aparecem de forma deslocada. Afinal, porque somente eles entre os X-Men? Deadpool subverte esse “erro” de forma genial: “Os diretores não tinham dinheiro para escalar mais atores do grupo do Professor X”. Uma piada digna de nota. Ainda assim, ambos (Colossus e Míssil Adolescente Megasônico) cumprem seu papel quando são necessários (dar mais opção de luta no último ato). Já o vilão Ajax (Ed Skrein), é cruel e forte, da maneira mais simples e direta que os quadrinhos trabalhariam. Não tem grande desenvolvimento, apenas faz acontecer. Funciona porque ele é o objetivo do Deadpool, e é este quem queremos ver.

Deadpool é um filme de diretrizes muito claras: evidenciar ao máximo a personalidade de seu protagonista. Assumindo isso, é como se todas as escolhas do roteiro e da direção fossem no intuito de contribuir para tal. A quebra da quarta parede, os diálogos, as piadas, os escolhas das cenas, das falas… Tudo está lá com esse intuito. O propósito é claro e, nesse aspecto, consegue ser engraçado e surpreendente num nível muito bom. Não só isso, a irreverência de Deadpool é um motor chave para manter o entretenimento do espectador sempre alto, o que faz do longa um filme muito divertido. Vale ressaltar que apenas Deadpool tem a consciência de ser um personagem dentro de um filme, diferente de Wade Wilson, isso contribui para contrastar o próprio caráter de suas histórias, e suas respectivas seriedades.

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Contudo, a espinha dorsal da história é de um roteiro extremamente clichê: herói conhece a garota, se apaixona por ela, um problema os impedem de serem felizes, um vilão destrói sua vida, esse vilão sequestra a mocinha, o herói vai resgatá-la ao lado de parceiros… Ainda que consiga subverter a narrativa de uma forma bem eficiente, escrachando a própria produção e os clichês do gênero, é incômodo ver que tudo isso tem base numa espinha dorsal extremamente genérica. Há, também, uma lacuna de história perdida no filme. Em certa parte, Deadpool une o flashback ao momento presente da trama, contudo não há uma referência sequer a quando o mesmo entrou em contato com o instituto Xavier, algo que já havia acontecido no momento presente. Poderíamos subentender que nesse meio tempo ele foi procurado pelos mutantes e convidado a se juntar aos mesmos, mas subentender não é o ideal nesse caso. Mais 10 minutos de projeção poderiam preencher esse espeço e tapar esse buraco do roteiro. Ainda por consequência da base genérica sobre a qual se sustenta a história, somos premiados com um final extremamente previsível. Por sorte, o carisma e o humor de Deadpool conseguem nos surpreender, salvando a previsibilidade em momentos chaves (como não lembrar da máscara sob a máscara?).

Outro ponto fortíssimo em Deadpool são as referências. Recheado delas, a obra premia aqueles capazes de pegar todas (ou quase todas), retirando sorrisos do espectador com piadas e críticas pontuais, referenciando atores, autores, diretores, quadrinhos, e tudo mais que você imaginar, quer seja do próprio Deadpool, quer seja do próprio Ryan Reynolds, quer seja do tal “Polverine”. De fato, há referências para os mais variados gostos, sentidos e ocasiões. Recomendo estarem atentos e preparados para se deliciar com elas e aproveitar ao máximo.

Deadpool não é perfeito, não é o melhor filme de super-herói e não é a obra mais original do mundo. Entretanto, ele sabe muito bem disso, e justamente por não se levar a sério e conseguir tirar onda com basicamente tudo (seja dentro ou fora da tela), se destaca como um filme ousado, surpreendente, marcante, diferente, engraçado e, sobretudo, extremamente divertido. Para os fãs dos quadrinhos, do personagem e dos filmes de super-heróis, certamente um deleite imperdível pelas notáveis referências e pelo dinamismo, desenvoltura e carisma do anti-herói frente ao espetáculo que ele sabe estar protagonizando.

Nota: Há uma cena pós-crédito imperdível.

Cavadinha – Viva Jürgen Klopp e a espontaneidade da zueira!

Que Jürgen Klopp é um melhores treinadores do mundo é praticamente uma unanimidade. O alemão melhorou o desempenho do Liverpool desde que chegou ao Anfield e tem tudo para recolocar os Reds no caminho das grandes conquistas. Mais do que isso, o ex-técnico do Borussia Dortmund sempre chamou atenção pelo seu imenso carisma, declarações irreverentes e humanidade com a qual encara um dos trabalhos mais visados e criticados do mundo, o de treinador de gigantes do futebol mundial.

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O mais legal é que Jürgen Klopp conquista cada vez mais as pessoas pela sua humildade e espontaneidade. Ontem, após a vitória do Liverpool por 3 x 0 frente ao Manchester City, o treinador alemão, enquanto era entrevistado, mandou mais uma para sua galeria de pérolas: “I heard: Bayern lost HAHAHAHA!”, traduzindo “Eu escutei: Bayern perdeu HAHAHAHA!”, em referência a derrota sofrida pelo time de Munique, ante ao Mainz 05, poucos minutos antes. Clique aqui para ver o vídeo.

Klopp é um grande profissional, sua atitude não demonstra desrespeito frente ao Bayern de Munique, apenas revela uma espontaneidade que, hoje, não se vê mais nas pessoas. Num mundo como o atual, onde brincadeiras e expressões espontâneas estão cada vez mais condenáveis, o treinador do Liverpool é ponto fora da curva a se comemorar. Vamos levar as coisas mais na zueira e fazer do mundo um lugar menos chato?

Cavadinha – Mauro Naves da zueira?

Mauro César Vieira Naves, nascido no Rio de janeiro em 24 de junho de 1959, é um dos principais repórteres esportivos da TV Globo. Sempre transpareceu ser um profissional sério e compromissado, com palavras contundentes, simples e diretas. Nunca demonstrou gostar de brincadeiras, quanto mais ter a zueira correndo nas veias. O engraçado é que esse senhor, já próximo dos seus 60 anos, tem relevado uma faceta diferente nos últimos tempos.

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Mauro Naves apareceu em um vídeo, vazado na internet, provocando Neto, ex-jogador de futebol, consagrado no Corinthians, e hoje comentarista da TV Bandeirantes. Neto, que ao contrário de Mauro, nunca teve muitas “medidas” em suas declarações, tratou logo de compartilhar o vídeo em suas próprias redes sociais agradecendo o ibope dado pelo repórter. Para ver o vídeo você pode clicar aqui. E para ver o vídeo completo, clique aqui.

O mais hilário é que essa não foi a primeira vez que Mauro Naves revelou essa faceta da zueira. Recentemente, o repórter caiu numa brincadeira do Facebullying, quadro do show de Stand Up de Muurício Meirelles. No quadro, o jornalista, desconhecendo a situação que se encontrava, faz várias brincadeiras no maior estilo tiozão.  Para acessar o vídeo, clique aqui. Vale a pena conferir!

Agora, fica a pergunta: seria Mauro Naves um “tiozão da zueira” despertado? Aguardemos as próximas brincadeiras.

 

Cavadinha – O verdadeiro Homem-Aranha?

Pierre Emerick Aubameyang é um jogador de futebol, nascido na França, que atua como atacante. Atualmente joga no Borussia Dortmund. Apesar de francês por local de nascimento, Auba defende a seleção do Gabão por ser filho de pais gaboneses. Artilheiro da atual temporada da Bundesliga, destaca-se mundialmente como um dos melhores na atualidade. Foi, merecidamente, eleito o melhor jogador africano do ano de 2015.

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Apesar de todo o sucesso dentro dos campos, Aubameyang também tem outra característica que o faz bastante popular: seu carisma. O atacante é conhecido por ser um jogador irreverente e que adora inventar os mais variados estilos. Já comemorou vários gols vestindo a máscara do Homem-Aranha e de Batman, este fazendo a dobradinha com seu companheiro de equipe, Marco Reus, de Robin.

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Como se não fosse suficiente, a moda pegou e, obviamente, o atacante adorou. É comum vermos torcedores do Borussia Dortmund irem ao estádio com camisas do clube e também com símbolos dos heróis. Auba inclusive postou um vídeo no seu instagram, no qual ele se transforma no Homem-Aranha e salta lançando teias tal como o herói aracnídeo. A zueira não pode parar, então clique aqui para ver o vídeo, a marra, o estilo e a irreverência do artilheiro. Seria Aubameyang o verdadeiro Homem-Aranha? As defesas adversárias que tomem cuidado!