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Abre o Jogo – Viva a Polônia! Precisamos aprender com ela!

A Polônia é hoje o país que mais simboliza a resistência contra o globalismo e contra todas a formas de tirania e totalitarismo presentes no mundo! O país que mais sofreu na mão do nazismo e do comunismo aprendeu e, hoje, é um exemplo a ser seguido no mundo inteiro!

O povo polonês repudia o nazismo e o comunismo, tanto que é comum vermos imensos mosaicos em eventos esportivos sendo erguidos para protestar contra esses regimes totalitários e contra toda a forma de tirania! Dois exemplos notáveis foram as manifestações da torcida do Śląsk Wrocław, que levantou bandeira contra o Comunismo em jogo do Campeonato Polonês, há algum tempo; mais recentemente, em jogo pela fase preliminar da UEFA Champions League 2016-17, em agosto, a torcida do Légia Varsóvia, exibiu um imenso mosaico em memória as vítimas polonesas, que bravamente resistiram ao massacre nazista no que entrou para a história como Levante de Varsóvia.

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Mosaico da torcida do Légia Varsóvia, em homenagem às vítimas do terror nazista.

O site StB no Brasil legendou um vídeo¹ feito pelo Instituo Polonês da Memória Nacional, onde há uma animação que conta, de maneira breve, a bravíssima história de resistência polonesa na Segunda Guerra Mundial e posteriormente na Guerra Fria, frente ao terror soviético. O Levante de Varsóvia é um dos eventos que ganha destaque especial no vídeo. Confiram neste link!

Não foi atoa que o melhor discurso de Donald Trump até o momento foi o realizado em Varsóvia. Não é coincidência que a Polônia seja uma das nações que mais crescem na Europa e a que não sofre com o terrorismo, visto que não tem fronteiras abertas como manda a União Europeia. A Polônia aprendeu com o seu passado, precisamos olhar para o nosso e aprender também! Por respeito àqueles que nos legaram a sociedade em que vivemos e por respeito aos outros povos que ajudaram a construir a civilização ocidental livre, da qual gozamos. Não façamos como Guga Chacra, o desinformante da Globo News que ofende a dignidade e a honra de um país inteiro e depois ainda quer pagar de vítima.

Nota¹: O vídeo do Instituto Polonês da Memória Nacional tem apenas 4min e 20 segundos.

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Abre o Jogo – O movimento separatista catalão não é movido por um nacionalismo genuíno

O movimento separatista catalão, que está em seu mais alto êxtase nos últimos tempos, tem ganhado um espaço enorme na grande mídia. O curioso é que ele é sempre “analisado” de forma unilateral, ou seja, os catalães são os bonzinhos que só querem formar seu próprio país e o governo espanhol é o malvado e repressor, que quer mantê-los presos ao seu regime.

Vocês não acham estranho que essas informações sejam passadas de maneira tão pendente para um só lado?

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Bandeira oficial da Catalunha.

O que ninguém na grande mídia conta é que, esse reavivamento do nacionalismo catalão está sendo impulsionado pela extrema-esquerda. Para confirmar isso, basta uma pesquisa um pouco mais criteriosa na internet.

A começar pela bandeira catalã, que foi modificada para outras duas versões, uma com a inserção de uma estrela vermelha e outra com a inserção de um triângulo azul com uma estrela branca. Na primeira a estrela vermelha representa a internacional socialista (o PT que o diga!) e a segunda, uma homenagem à Revolução Cubana.

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Bandeiras usadas pelos separatistas, onde percebe-se a estrela vermelha em algumas e a estrela branca dentro do triângulo azul em outras.

Embora exista sim uma forte questão histórica de valorização da cultura catalã no seu território, um movimento nacionalista que permite a adulteração de um símbolo nacional como a bandeira é no mínimo forjado.

O partido e o Presidente da região, Carles Puigdemont, que estão atualmente no poder da Catalunha, são de esquerda (embora a mídia dirá o contrário) e eles, junto com financiamento internacional de pessoas como o George Soros, trabalham na construção desse sentimento separatista há anos. Fatos facilmente confirmados quando lembramos que os ativistas separatistas homenagearam vários líderes mundiais de esquerda, inclusive Dilma Rousseff. Isso em 2014!

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Manifestação separatista na Catalunha, em 2014, homenageia Dilma Rousseff.

Os objetivos não estão absolutamente claros, mas alguns deles devem ser considerados. Os principais são a dissolução das soberanias nacionais (no caso, a espanhola) e a criação de um governo de extrema-esquerda plenamente capaz de dominar uma região rica e estrategicamente bem localizada na Europa Ocidental.

E quanto a repressão policial realizada pelo governo espanhol aos manifestantes? Mesmo que o plebiscito tenha sido ilegal, o ato é de condenação total pois, além das questões morais óbvias, também serviu como uma propaganda positiva à causa separatista.

O que devemos aprender nesse tipo de situação é agir sempre com prudência. Esperar e reunir o máximo de informações, das mais variadas fontes possíveis, para depois emitirmos uma opinião deve ser a conduta correta daqueles que não querem ser massa de manobra.

Quanto à Catalunha, a separação da região, neste momento, parece ser uma questão a ser analisada com muito cuidado. Todos os pontos a favor e contra devem ser pensados, tanto historicamente e culturalmente, quanto geopoliticamente. Reforço à todos o que já disse, ajam com prudência antes de tomar partido numa questão tão complexa.

Cavadinha – Felipe Melo é reintegrado ao Palmeiras e não cede à censura do politicamente correto

O volante Felipe Melo, que fora afastado do Palmeiras há pouco mais de 1 mês, foi reintegrado ao elenco nesta semana. Em entrevista coletiva, o jogador foi pressionado pela mídia por suas declarações nas redes sociais, principalmente pelo fato de ter declarado apoio ao deputado federal Jair Bolsonaro, possível candidato a Presidente em 2018.

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Felipe Melo em entrevista após reintegração ao elenco do Palmeiras.

Como destacamos aqui, o caso do jogador foi muito estranho e uma possibilidade de censura estava mais do que evidente. Essas evidências se tornaram mais claras com a entrevista dada neste semana, visto que fora perguntado sobre sua atividade nas redes sociais e seu poder de influência nas mesmas, num claro aviso de cerceamento à liberdade de expressão do jogador.

Felizmente, Felipe não cedeu à pressão e foi enfático em sua resposta. Reafirmou seu apoio ao Bolsonaro e diz estar em plena consciência de ter feito a coisa certa.  O deputado respondeu as declarações do jogador, parabenizando-o por sua coragem.

O curioso neste caso, como levantamos anteriormente, é que, quando se trata de Bolsonaro, sempre há quem proteste, não goste das declarações, e principalmente, censure! Contudo, quando outras pessoas, sejam jogadores ou artistas, manifestam apoio público a outros candidatos, principalmente psolistas ou petistas, ninguém acha que eles devem “tomar cuidado” com sua declarações.

Estejam sempre atentos, pois vivemos numa ditadura silenciosa que atende pelo nome de Ditadura do Politicamente Correto.

Veja o trecho da entrevista de Felipe Melo clicando aqui.

Abre o Jogo – A verdade sobre Charlottesville e o nazismo de “extrema-direita”

O lamentável ocorrido na pequena cidade de Charlottesville foi, e continua sendo, muito discutido e debatido pela grande mídia em geral. Como foi uma manifestação absurda, digna de um filme de terror e seguida de violentos confrontos entre grupos supostamente rivais, a busca incessante por informações tornou-se inevitável. O grande problema é que a mídia distorceu grande parte do ocorrido, criando um roteiro onde vilões e heróis foram escolhidos e definidos por ela, e pior, tentou colar em Donald Trump o rótulo de apoiador dos vilões.

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Manifestação do grupo neonazista em Charlottesville.

Segundo a imprensa, uma manifestação de supremacistas brancos, neonazistas e membros da Ku Klux Klan, de “extrema-direita” organizaram um protesto contra a retirada de uma estátua do General Lee, líder do exército dos Confederados na Guerra Civil Americana. Posteriormente, dois grupos chamados Antifa (acrônimo para Antifacistas) e Black Lives Matter (que pregam a supremacia negra) entraram em confronto com aqueles grupos. Estes tratados apenas como grupos “anti extremistas”.

São vários pontos a serem abordados aqui. O primeiro é a afirmação manipuladora ao taxar o nazismo como um movimento de “extrema-diretia”, quando nunca o foi. Tornarei a comentar mais sobre isso a diante. O segundo ponto é a mídia, juntamente com o establishment americano, associar Trump aos nazistas e dizer levianamente que sua condenação ao ocorrido foi tolerante com esse pessoal. O terceiro ponto é o tratamento do grupo que “combateu” os supremacistas, referidos apenas como anti extremistas ou outros termos, digamos, suaves.

Todos esses pontos estão conectados, visto que há muito mais por trás do ocorrido. A primeira resposta de Trump veio como uma condenação ao ódio de forma geral, não apenas o dos nazistas. Logo foi acusado de ser complacente com esses ao nivelar todos a um mesmo patamar. Contudo, Trump sabe que o Antifa e o Black Lives Matter são grupos financiados pela Open Society de George Soros, declaradamente um agente financiador de movimentos revolucionários no mundo inteiro, objetivando o comunismo global.
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Print da página inicial do site oficial da Open Society, de George Soros. Detalhe no quadro vermelho, onde o bilionário é descrito como um “investidor que ajuda os países a transitarem para o comunismo”.

Outro ponto que mostra a má fé da mídia é o fato de nas últimas eleições americanas, Charlottesville ter votado em peso em Hillary Clinton (17901 votos contra 2960), o que evidencia a cidade como um reduto democrata. Aliás, o atual prefeito é democrata e teve papel importante na arquitetação desse embate desastroso, como bem relatou Leandro Ruschel nesse artigo. Faz-se necessário lembrar que a Ku Klux Klan surgiu do Partido Democrata, que um de seus ex-líderes, Robert Byrd, era democrata e apoiou Hillary e que os Democratas foram os grandes defensores da escravidão durante a Guerra Civil Americana. Fatos que desmentem todas as acusações e associações mentirosas sofridas por Trump.

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Hillary Clinton recebe cumprimentos de Rober Byrd, ex-político democrata e ex-membro da Ku Klux Klan.

Como já dito, o Antifa e o Black Lives Matter são dois, entre os incontáveis, movimentos mundo afora, financiados pelo magnata George Soros, através de sua Open Society. Esses grupos, maliciosamente colocados para embater com os neonazistas pelo prefeito de Charlottesville, como bem esclareceu o Leandro Ruschel no artigo acima citado, agiram como falsa oposição para criarem um gigantesco espantalho capaz de ser usado para atacar Trump e toda a direita mundial ao associar, levianamente, esta a uma suposta nova onda nazista, antissemita e racista. Algo que George Soros certamente teria orgulho.

É no mínimo hipócrita tentar associar Trump, ou a direita de forma geral, ao nazismo, à Ku Klux Klan ou a qualquer tipo de grupo discriminatório quando, historicamente, todos esses grupos vieram de movimentos de esquerda ou movimentos apoiados pela esquerda. Vale citar novamente a história da Ku Klux Klan, que se confunde com a do Partido Democrata, a visão racista de Hitler, que via a raça ariana como superior ao mesmo passo que desejava (e praticava) o extermínio dos judeus e também a associação da esquerda com o islamismo ao mesmo tempo que condena Israel.

Enquanto a esquerda mundial ataca veementemente Israel e a soberania do povo hebreu, via ONU e outros órgãos supra nacionais, Donald Trump tem como principal parceiro internacional ninguém mais ninguém menos do que Benjamim Netanyahu, Primeiro-Ministro de Israel. A esquerda odeia Israel porque ela é a nação berço da moral judaico-cristã, e nela reside a força maior da civilização ocidental. É a moral judaico-cristã que possibilita a propriedade privada e a liberdade. Não o contrário, como previu Marx. Gramsci e a Escola de Frankfurt perceberam isso e mudaram o alvo da revolução do campo de batalha para a mentalidade das pessoas. Foi então que todo o embate ideológico antissemita cresceu exponencialmente após os anos 1960.

Contudo, poderíamos voltar um pouco no tempo para entender porque Hilter odiava os judeus. Numa simples pesquisa já podemos constatar que os arianos são os povos que habitam há séculos a região onde hoje é o Irã, país islâmico. Hitler viu no antissemitismo uma grande oportunidade de propagandear uma enorme conspiração judaica. Ele se reuniu com o auto-intitulado “Grande mufti de Jerusalém”, Mohammed Amin al-Husseini, trouxe a causa palestina para o Ocidente e associou-a ao anti-imperialismo inglês, tão propagandeado pela esquerda até hoje. Ao reunir o e inflar todos os sentimentos do antissemitismo, do anti-imperialismo e do anti capitalismo, Hitler associou tudo aos judeus e ao “neocolonialismo britânico”, criando grande parte do aparato ideológico que culminaria na Segunda Guerra Mundial e no holocausto.

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Encontro entre Mohammed Amin al-Husseini e Adolf Hitler.

As entranhas do socialismo e do nazismo (ou nacional-socialismo) se confundem quando analisamos seus laços históricos de luta, sempre em prol de um antissemitismo e de um anti-imperialismo. A retórica que condena o “neocolonialismo” como uma fase final do imperialismo, este um desdobramento inevitável do capitalismo, segundo Lênin, é um ponto de intersecção que mostra a origem comum de ambas ideologias. A diferença é que o nazismo, após romper o tratado de Ribbentrop-Molotov, voltou-se contra a URSS. Aliás, o citado tratado foi firmado porque o principal inimigo do nazismo e do comunismo era o “imperialismo inglês”.

No mundo, a esquerda atual, pós-moderna, prega o politicamente correto, o “anti-imperialismo”, o multiculturalismo e a justiça social. Ainda fomenta suas bases na luta de classes, eleva diversas classes para combater outras, definidas por eles como os opressores que oprimem os oprimidos: brancos x negros, héteros x LGBTs, homens x mulheres, ricos x pobres, cristão x muçulmanos, etc. Seus maiores inimigos são Israel e a América, justamente por serem “imperialistas” e contra o multiculturalismo.

No Brasil não é diferente, por isso vemos candidatos da esquerda queimarem a bandeira de Israel, como Marcelo Freixo do PSOL e seu vereador, Lula fazer alianças com Mahmoud Ahmadinejad e defender o programa nuclear do Irã, esquerdistas pregarem ódio ao cristianismo e a Israel enquanto pregam tolerância ao islamismo e aos palestinos, entre outras barbaridades. Tudo conforme agendas que são resultado de um longo processo histórico de construção ideológico. Jair Bolsonaro, maior defensor de Israel no país e principal representante do conservadorismo aqui no Brasil, é acusado incessantemente de fascista/nazista. Uma hipocrisia de tamanho inigualável, visto que o atual deputado federal foi até mesmo batizado no Rio Jordão, quando visitou Israel. Enfim, mais uma amostra da incoerência da esquerda.

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Jair Bolsonaro sendo batizado nas água do rio Jordão.

Enquanto o socialismo e o nazismo pregam um combate ao capitalismo, ao livre mercado, a liberdade e a soberania do indivíduo, o direitismo prega exatamente o oposto. A única atribuição possível a uma extrema-direita seria a maximização total das ideias direitas, como capitalismo, livre mercado, liberdade e soberania individual, o que seria compatível às ideias anarcocapitalistas. E é fácil perceber, para qualquer pessoa capaz de fundamentar um mínimo raciocínio lógico na razão, que o anarcocapitalismo é o radical oposto ao socialismo e ao nazismo. Sim, a extrema-esquerda é tão socialista e/ou nazista quanto o anarcocapitalismo é um extremismo de direita.

 

Somente o conhecimento, aliado a verdade, pode construir um futuro melhor. Não se deixe manipular pela mídia. Estude!

Veja também:

Artigo no Senso Incomum: Black Lives Matter e o racismo ideológico.

Artigo do Senso Incomum: Por que a esquerda odeia Israel?

Podcast do Senso Incomum faz apanhado de toda a história do Nazismo: O Nazismo não era “de direita”.

Série de três podcasts do Senso Incomum faz apanhado de toda a história ocidental e explica porque o povo judeu é o principal inimigo da esquerda mundial: Parte 1Parte 2 Parte 3.

Livro: O Grande Culpado – O Plano de Stálin Para Começar a Segunda Guerra Mundial.

Manifestantes da antifa aplaudem discurso feito com citações de Adolf Hitler: vídeo.

Cavadinha – Afastamento de Felipe Melo tem motivos muito maiores do que os divulgados na grande mídia

Há aproximadamente três meses, Felipe Melo gravou um vídeo no seu Instagram declarando apoio a Jair Messias Bolsonaro. Tão logo, o vídeo viralizou e muitas pessoas comentaram sobre a manifestação do jogador. À época, outros jogadores também se manifestaram em apoio ao deputado federal e possível candidato a presidente.

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Felipe Melo não joga mais pelo Palmeiras.

Essa onda de manifestações de apoio ao Bolsonaro gerou um clima ruim na grande mídia, com inclusive Casagrande, Neto e outras vozes importantes do jornalismo esportivo criticando severamente as declarações dos jogadores.

O que mais chama a atenção foi que, à época, Allan dos Santos, do Canal Terça Livre, trouxe a informação de que José Serra teria entrado em contato com a diretoria do Palmeiras solicitando uma censura severa ao jogador. Allan chegou a comentar em seu vídeo que Melo poderia, inclusive, ser afastado do Palmeiras.

Coincidentemente, três meses depois, quando aquele caso já fora “esquecido”, Felipe Melo foi afastado e muito tem se falado sobre os reais motivos do afastamento do jogador. Casos de indisciplina, não adequação ao sistema de jogo do técnico, briga no vestiário, tumultuamento do ambiente no grupo de jogadores… Todas essas justificativas estão sendo veiculadas na grande mídia, mas a verdade é que nenhuma delas justificam o desligamento repentino de um jogador cujo investimento feito pelo clube foi muito alto.

Estamos avançando a um nível nunca antes visto de censura? Estejam atentos!

Abre o Jogo – Globo mergulha de cabeça na ideologia de gênero com personagem “Trans homem gay” de A Força do Querer

A trama de Ivana (Carol Duarte), personagem da novela “A Força do Querer” da Rede Globo, entrou no clímax do conflito desenvolvido durante a história, nas últimas semanas. A personagem sempre foi retratada como alguém que tinha problemas de identificação com o próprio corpo, não se sentindo uma mulher. Nesse caminho, passou a desenvolver um sentimento de paixão para com Cláudio (Gabriel Stauffer), um amigo. Em um capítulo recente, a personagem buscou ajuda terapêutica para resolver sua situação, visto que buscava mudança no corpo, quando deparou com a seguinte explicação: “Você tem amigos que são homens e que são gays, não tem? As pessoas nascem homens ou nascem mulheres. Mas a sexualidade delas pode estar dirigida para pessoas do mesmo sexo ou para pessoas de sexo diferente. Homens e mulheres podem ser héteros ou podem ser gays!”. A seguir, a terapeuta vai além e diz: “Se você completar essa travessia, será um trans homem gay!”.

Primeiro temos uma explicação aceitável, com o binarismo que é uma ofensa para a patrulha progressista. Contudo, o problema vem no complemento. Ali percebe-se uma perversão total da realidade, quando temos uma mulher que gosta de homem, ou seja, a criação da mais antiga, simples e primordial relação da natureza, não pode mais ser entendida assim, pois, por questões ideológicas e “sentimentais” temos que revolucionar a realidade com termos modernos e politicamente corretos como “trans homem gay”. É tão difícil dizer mulher heterossexual? Para os iconoclastas do Século XXI, os mesmos que desprezam tudo o que há de bom, virtuoso e fundamental na civilização ocidental, parece que sim.

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Ivana (Carol Duarte) e Cláudio (Gabriel Stauffer).

Esse é um caso emblemático pois marca de forma escancarada o compromisso da Globo em cumprir um importante papel de mudança na mentalidade das pessoas, trazendo os absurdos conceitos da ideologia de gênero às temáticas centrais das novelas e moldando os valores e julgamentos da população que, em geral, ou não está nem aí para essa problematização chata e maçante da patrulha do politicamente correta ou repudia a mesma. A cartilha da Globo sempre foi o de cumprir a agenda progressista, percebia-se isso desde antes com a introdução lenta e gradual de personagens gays, ou mesmo de adolescentes e jovens cada vez mais adeptos a uma vida sexual precoce e de múltiplos parceiros. O contrário hoje é visto como antiquado, reacionário, “paleolítico”, além de outros adjetivos usados de forma pejorativa, muito também por esse trabalho da gigante de comunicação brasileira. Isto para não citar os trabalhos em outras áreas de “problematização”, sempre buscando promover a luta de classes e a quebra de uma autoridade ordeira.

Especificamente sobre o caso de Ivana, há um ponto muito importante a ser levantado: como o compromisso ideológico da Globo é tão grande que ela (muito provavelmente) sequer cogitou pensar em um valor artístico maior para sua obra. Isso por mero cumprimento de uma agenda política. Como assim? Vou dar um exemplo. Na história de Ivana, ela tinha esse problema de identificação com o próprio corpo, mas ao mesmo tempo está descobrindo que ama um rapaz de seu círculo social. Esse sentimento é recíproco. Uma ótima sugestão para o roteiro da trama seria passar uma mensagem sobre como a personagem passaria a aceitar e gostar de seu corpo através do amor, do carinho e do reconhecimento que seu parceiro teria com ela. Uma forma de recuperar uma pessoa que sofre de problemas psicológicos sérios, chegando ao ponto de não aceitar sua própria natureza. O amor de Cláudio para com Ivana faria a mesma ver o que antes ela rejeitava de uma forma diferente. Não seria uma mensagem muito mais bonita? Infelizmente, pela cegueira ideológica, sequer foi cogitada.

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É triste ver que o Brasil se tornou um país composto por uma maioria da população formada por pessoas imbecilizadas, como os incontáveis militantes de esquerda que chamam a Globo, a mesma que é a maior propagadora da agenda progressista no Brasil, de golpista. Esses imbecis negam o valor artístico puro da produção humana, colocando a ideologia acima de tudo e, quando essa ideologia é criticada, atacam em peso aqueles que denunciam seu totalitarismo ideológico. Sabemos que isso também está relacionado ao pensamento dialético da mentalidade revolucionária, mas quando a ideologia se espalha por todas as esferas de uma sociedade ao ponto de afetar profundamente até a arte, que deveria ser uma forma de eternizar os mais belos valores e sentimentos da natureza humana, o resultado é a destruição de toda a cultura e identidade do povo. As pessoas precisam entender que todas as mudanças sociais ocorrem por imposição lenta a gradual pensada por grupos de elite. A Revolução Francesa é o exemplo maior da história ocidental. E, enquanto não restaurarmos a nossa cultura e as nossas origens, o Brasil não irá melhorar.

Abre o Jogo – Donald Trump faz discurso histórico na Polônia e se estabelece como o grande líder da civilização ocidental

Donald Trump fez o mais emblemático discurso de sua ainda curta carreira política na última quinta-feira, dia 06 de julho de 2017, em Varsóvia na Polônia. Diante de uma multidão, o Presidente dos Estados Unidos da América foi enfático, preciso e conciso, diagnosticou o declínio sem precedentes da Civilização Ocidental e seus principais causadores, e ainda bradou as principais, e mais acertadas, maneiras de enfrentar o problema.

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Donald Trump fez discurso histórico em Varsóvia, capital da Polônia.

Não foi por acaso que o líder da América escolheu a Polônia como local para sua mensagem, visto que, talvez, nenhum povo tenha sofrido tanto com as consequências da mentalidade revolucionária como os polacos. Podemos lembrar facilmente tanto da opressão nazista quanto da tirania soviética como os mais notáveis exemplos. Apesar da história repleta de sangue dos poloneses, Trump foi enfático em exaltar aqueles que lutaram pelos valores que os definem até hoje.

Valores como a defesa da família, da honra, da lei, da fé cristã e da liberdade fazem da Polônia um exemplo a todo o ocidente, sendo um símbolo europeu quase solitário na luta contra os inimigos internos (leia-se os burocratas da ONU) e os externos (o bloco Russo-Chinês e o califado Islâmico) da Civilização Ocidental. E, como bem disse Trump, é a razão maior do triunfo polonês e de sua prosperidade atual.

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Mapa registra localidades onde houve atentados terroristas nos últimos 10 anos. Em azul, destaque para a Polônia, país com fronteiras fortes e forte valorização de sua cultura e tradição, sem nenhum registro de ataque.

Donald Trump evidenciou que o declínio ocidental acontece devido a um inimigo não aparente “a constante sutileza da burocracia governamental que drena a vitalidade e a riqueza das pessoas”. Ao reafirmar que o establishment globalista é o maior inimigo da civilização ocidental, Trump já emenda dizendo que é papel do ocidente preservar a cultura, a fé e a tradição que formaram toda a nossa civilização, não permitindo que os inimigos internos e externos minem nossa identidade, nossa coragem e nosso espírito.

Nas palavras do Presidente dos EUA está a importância de conhecermos o nosso passado, como civilização ocidental, para construirmos melhor nosso futuro: “Nossos adversários estão condenados porque nunca nos esqueceremos de quem somos. Se não nos esquecemos de quem somos, não podemos ser conquistados… O mundo nunca conheceu nada como a nossa comunidade de nações. Nós escrevemos sinfonias, buscamos inovação, valorizamos o Estado de Direito, protegemos a liberdade de expressão, posicionamos nossas mulheres como pilares da nossa sociedade e de nosso sucesso. Colocamos a fé e a família no centro de nossas vidas, não o governo. Debatemos tudo, discutimos tudo e buscamos saber todas as coisas para que possamos nos conhecer melhor… O que herdamos de nossos antepassados nunca existiu nessa dimensão antes. E se falharmos em preservar isso, nunca mais existirá de novo.”.

Donald Trump ainda disse que a sobrevivência do Ocidente não depende apenas de poder militar ou da riqueza econômica, mas também (e principalmente) do fortalecimento de nossas famílias e de nossos valores. Também questionou: “Nossa civilização tem a disposição necessária para sobreviver? Amamos os nossos valores e confiamos neles a ponto de defendê-los a qualquer custo? Respeitamos a nossa autodeterminação a ponto de defender nossas fronteiras e nossa soberania? Temos a coragem requerida para preservar nossa civilização dos ataques empreendidos por aqueles que desejam subvertê-la e destruí-la?”. Perguntas que devem ser feitas e respostas que devem ser encontradas por cada um de nós.

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 “São as pessoas comuns, não os poderosos, que formam o alicerce da liberdade e a pedra angular de nossa defesa” – disse Trump, em relação ao ocidente.

Diferentemente do que a mídia mainstream/globalista (ou fake News) evidencia, visto que essa – alienada da realidade e muito mais preocupada em atacar o Presidente Americano – prefere destacar um suposto “vácuo” da primeira-dama no líder americano (quando na verdade é cerimonial as primeiras damas se cumprimentarem primeiro), o discurso tem importância descomunal e pode se tornar um marco na história do mundo. Por quê? Bem, ao escancarar tanto os agentes do declínio ocidental, assim como acertar na solução para este enorme problema, Donald Trump se provou o líder necessário para a reconstrução da nossa civilização e convocou cada um de nós a engrandecer e fortalecer a nossa história, a nossa tradição, a nossa fé, os nossos valores e a nossa liberdade. Que seja o marco inicial do triunfo do mundo livre contra toda forma de tirania.

Você pode ver o discurso completo de Donald Trump, em Varsóvia, clicando aqui.

Abre o Jogo – A cidadania e a fragmentação social no Brasil

Embora as últimas postagens da categoria “Abre o Jogo” tenham sido sobre futebol, ela não existe apenas para tratar sobre o mesmo, ou tampouco para falar apenas sobre esporte de uma forma geral. Aliás, se repararem bem, o primeiro post da categoria é sobre música. Quando criamos essa categoria, o objetivo era expor opiniões de forma crítica, trazendo à tona a discussão sobre algum tema, levantando novas ideias, expandindo conceitos e disseminando cultura e conhecimento. A ideia sempre foi “abrir o jogo” para que discussões e conhecimentos sejam gerados e disseminados.

Antes de partir para o tema principal quero deixar claro que este blog não tem objetivo de discutir política e posições partidárias. No entanto, observar o cotidiano, discutir, aprender e se divertir com ele sempre foi uma de nossas pautas. Com este texto quero apenas trazer uma reflexão sobre o nosso cotidiano atual e a grave crise política, moral e social que vivemos. Então, vamos lá?

O Brasil vive um momento de segregação como há muito tempo não se via. A sociedade está dividida em vários grupos que lutam por direitos e representatividades que julgam serem merecedores. Até aí tudo bem, afinal que mal há em lutar pelos seus direitos? A constituição nos dá este respaldo, então nada mais justo, certo? Mais ou menos.

O grande problema da atual luta por direitos é que ela acontece de forma totalmente desequilibrada. No cenário atual, ela gera muito mais malefícios do que benefícios. Não é por acaso que cresce cada vez mais o discurso de ódio, a intolerância, a violência, a deturpação da moral, a falsidade e a crise social como um todo. Percebem que isso não faz bem para o Brasil? Que uma sociedade fragmentada é ruim para uma nação?

Como ilustração do atual cenário (quando digo atual não é somente neste ano, mas sim nos últimos 5 anos), socialmente e moralmente em ruínas, temos a educação brasileira, comprovadamente uma das piores no mundo inteiro. Porque a educação brasileira é tão ruim? O que faz com que nossos alunos não tenham um bom desempenho e se formem com baixo conhecimento, péssimo raciocínio crítico, pouco respeito para com o próximo e uma péssima noção sobre cidadania? Investimentos péssimos em educação, professores que não são bem remunerados e, também por isso, não são engajados como deveriam, são alguns dos principais fatores. Porém, há outro que pouco se fala e é crucial: a elucidação e reafirmação contínua dos deveres do cidadão.

O grande problema de toda a luta por direitos que extrapola no nosso cotidiano e desencadeia o atual cenário brasileiro, próximo do caótico, é que as pessoas esquecem que além do direito elas também possuem deveres. Um problema que se tornou cultural, infelizmente. Hoje, os brasileiros querem batalhar por seus direitos, afinal assim eles foram ensinados. Contudo, quantos deles têm a total compreensão dos direitos do outro? Vou mais além: qual a porcentagem deles compreende e cumpre seus deveres antes de cobrar pelos seus direitos? A escola ensina isso? Os pais ensinam isso? Não tanto como deveriam. Isto porque a nossa cultura atual entende que os cidadãos têm apenas direitos. Um erro brutal que reflete a crise social que o país atravessa.

É dever do cidadão, previsto em lei, por exemplo, respeitar os direitos sociais de outras pessoas, logo quando lutamos pelos nossos direitos, não devemos nunca ultrapassar a linha tênue do direito da outra pessoa. É dever também do cidadão educar, respeitar e proteger nossos semelhantes, logo não devemos difamar, pregar discursos de ódio e muito menos qualquer tipo de violência ou enganação contra nenhuma pessoa. Quantos cumprem esses deveres primordiais? Pouquíssimos, para não dizer ninguém. Não é por acaso que vivemos esta crise social.

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Equilíbrio entre direitos e deveres: por um Brasil melhor.

Para concluir, e antes que venham dizer que estou pregando uma utopia e que na prática isso jamais será possível, tente começar fazendo a sua parte. Antes de gritar por aí seus direitos, pense bem: “Estou cumprindo meus deveres?”. A cidadania se faz por esses dois pilares, e enquanto não houver um equilíbrio entre eles, ou seja, enquanto as pessoas não pararem de lutar pelos seus direitos e negligenciarem seus próprios deveres, a crise social que está implantada dificilmente diminuirá. É preciso sim lutar pelos direitos, mas é imprescindível que cada um tenha a plena consciência também de seus deveres. Por um país melhor.