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Abre o Jogo – Globo mergulha de cabeça na ideologia de gênero com personagem “Trans homem gay” de A Força do Querer

A trama de Ivana (Carol Duarte), personagem da novela “A Força do Querer” da Rede Globo, entrou no clímax do conflito desenvolvido durante a história, nas últimas semanas. A personagem sempre foi retratada como alguém que tinha problemas de identificação com o próprio corpo, não se sentindo uma mulher. Nesse caminho, passou a desenvolver um sentimento de paixão para com Cláudio (Gabriel Stauffer), um amigo. Em um capítulo recente, a personagem buscou ajuda terapêutica para resolver sua situação, visto que buscava mudança no corpo, quando deparou com a seguinte explicação: “Você tem amigos que são homens e que são gays, não tem? As pessoas nascem homens ou nascem mulheres. Mas a sexualidade delas pode estar dirigida para pessoas do mesmo sexo ou para pessoas de sexo diferente. Homens e mulheres podem ser héteros ou podem ser gays!”. A seguir, a terapeuta vai além e diz: “Se você completar essa travessia, será um trans homem gay!”.

Primeiro temos uma explicação aceitável, com o binarismo que é uma ofensa para a patrulha progressista. Contudo, o problema vem no complemento. Ali percebe-se uma perversão total da realidade, quando temos uma mulher que gosta de homem, ou seja, a criação da mais antiga, simples e primordial relação da natureza, não pode mais ser entendida assim, pois, por questões ideológicas e “sentimentais” temos que revolucionar a realidade com termos modernos e politicamente corretos como “trans homem gay”. É tão difícil dizer mulher heterossexual? Para os iconoclastas do Século XXI, os mesmos que desprezam tudo o que há de bom, virtuoso e fundamental na civilização ocidental, parece que sim.

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Ivana (Carol Duarte) e Cláudio (Gabriel Stauffer).

Esse é um caso emblemático pois marca de forma escancarada o compromisso da Globo em cumprir um importante papel de mudança na mentalidade das pessoas, trazendo os absurdos conceitos da ideologia de gênero às temáticas centrais das novelas e moldando os valores e julgamentos da população que, em geral, ou não está nem aí para essa problematização chata e maçante da patrulha do politicamente correta ou repudia a mesma. A cartilha da Globo sempre foi o de cumprir a agenda progressista, percebia-se isso desde antes com a introdução lenta e gradual de personagens gays, ou mesmo de adolescentes e jovens cada vez mais adeptos a uma vida sexual precoce e de múltiplos parceiros. O contrário hoje é visto como antiquado, reacionário, “paleolítico”, além de outros adjetivos usados de forma pejorativa, muito também por esse trabalho da gigante de comunicação brasileira. Isto para não citar os trabalhos em outras áreas de “problematização”, sempre buscando promover a luta de classes e a quebra de uma autoridade ordeira.

Especificamente sobre o caso de Ivana, há um ponto muito importante a ser levantado: como o compromisso ideológico da Globo é tão grande que ela (muito provavelmente) sequer cogitou pensar em um valor artístico maior para sua obra. Isso por mero cumprimento de uma agenda política. Como assim? Vou dar um exemplo. Na história de Ivana, ela tinha esse problema de identificação com o próprio corpo, mas ao mesmo tempo está descobrindo que ama um rapaz de seu círculo social. Esse sentimento é recíproco. Uma ótima sugestão para o roteiro da trama seria passar uma mensagem sobre como a personagem passaria a aceitar e gostar de seu corpo através do amor, do carinho e do reconhecimento que seu parceiro teria com ela. Uma forma de recuperar uma pessoa que sofre de problemas psicológicos sérios, chegando ao ponto de não aceitar sua própria natureza. O amor de Cláudio para com Ivana faria a mesma ver o que antes ela rejeitava de uma forma diferente. Não seria uma mensagem muito mais bonita? Infelizmente, pela cegueira ideológica, sequer foi cogitada.

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É triste ver que o Brasil se tornou um país composto por uma maioria da população formada por pessoas imbecilizadas, como os incontáveis militantes de esquerda que chamam a Globo, a mesma que é a maior propagadora da agenda progressista no Brasil, de golpista. Esses imbecis negam o valor artístico puro da produção humana, colocando a ideologia acima de tudo e, quando essa ideologia é criticada, atacam em peso aqueles que denunciam seu totalitarismo ideológico. Sabemos que isso também está relacionado ao pensamento dialético da mentalidade revolucionária, mas quando a ideologia se espalha por todas as esferas de uma sociedade ao ponto de afetar profundamente até a arte, que deveria ser uma forma de eternizar os mais belos valores e sentimentos da natureza humana, o resultado é a destruição de toda a cultura e identidade do povo. As pessoas precisam entender que todas as mudanças sociais ocorrem por imposição lenta a gradual pensada por grupos de elite. A Revolução Francesa é o exemplo maior da história ocidental. E, enquanto não restaurarmos a nossa cultura e as nossas origens, o Brasil não irá melhorar.

Abre o Jogo – Donald Trump faz discurso histórico na Polônia e se estabelece como o grande líder da civilização ocidental

Donald Trump fez o mais emblemático discurso de sua ainda curta carreira política na última quinta-feira, dia 06 de julho de 2017, em Varsóvia na Polônia. Diante de uma multidão, o Presidente dos Estados Unidos da América foi enfático, preciso e conciso, diagnosticou o declínio sem precedentes da Civilização Ocidental e seus principais causadores, e ainda bradou as principais, e mais acertadas, maneiras de enfrentar o problema.

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Donald Trump fez discurso histórico em Varsóvia, capital da Polônia.

Não foi por acaso que o líder da América escolheu a Polônia como local para sua mensagem, visto que, talvez, nenhum povo tenha sofrido tanto com as consequências da mentalidade revolucionária como os polacos. Podemos lembrar facilmente tanto da opressão nazista quanto da tirania soviética como os mais notáveis exemplos. Apesar da história repleta de sangue dos poloneses, Trump foi enfático em exaltar aqueles que lutaram pelos valores que os definem até hoje.

Valores como a defesa da família, da honra, da lei, da fé cristã e da liberdade fazem da Polônia um exemplo a todo o ocidente, sendo um símbolo europeu quase solitário na luta contra os inimigos internos (leia-se os burocratas da ONU) e os externos (o bloco Russo-Chinês e o califado Islâmico) da Civilização Ocidental. E, como bem disse Trump, é a razão maior do triunfo polonês e de sua prosperidade atual.

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Mapa registra localidades onde houve atentados terroristas nos últimos 10 anos. Em azul, destaque para a Polônia, país com fronteiras fortes e forte valorização de sua cultura e tradição, sem nenhum registro de ataque.

Donald Trump evidenciou que o declínio ocidental acontece devido a um inimigo não aparente “a constante sutileza da burocracia governamental que drena a vitalidade e a riqueza das pessoas”. Ao reafirmar que o establishment globalista é o maior inimigo da civilização ocidental, Trump já emenda dizendo que é papel do ocidente preservar a cultura, a fé e a tradição que formaram toda a nossa civilização, não permitindo que os inimigos internos e externos minem nossa identidade, nossa coragem e nosso espírito.

Nas palavras do Presidente dos EUA está a importância de conhecermos o nosso passado, como civilização ocidental, para construirmos melhor nosso futuro: “Nossos adversários estão condenados porque nunca nos esqueceremos de quem somos. Se não nos esquecemos de quem somos, não podemos ser conquistados… O mundo nunca conheceu nada como a nossa comunidade de nações. Nós escrevemos sinfonias, buscamos inovação, valorizamos o Estado de Direito, protegemos a liberdade de expressão, posicionamos nossas mulheres como pilares da nossa sociedade e de nosso sucesso. Colocamos a fé e a família no centro de nossas vidas, não o governo. Debatemos tudo, discutimos tudo e buscamos saber todas as coisas para que possamos nos conhecer melhor… O que herdamos de nossos antepassados nunca existiu nessa dimensão antes. E se falharmos em preservar isso, nunca mais existirá de novo.”.

Donald Trump ainda disse que a sobrevivência do Ocidente não depende apenas de poder militar ou da riqueza econômica, mas também (e principalmente) do fortalecimento de nossas famílias e de nossos valores. Também questionou: “Nossa civilização tem a disposição necessária para sobreviver? Amamos os nossos valores e confiamos neles a ponto de defendê-los a qualquer custo? Respeitamos a nossa autodeterminação a ponto de defender nossas fronteiras e nossa soberania? Temos a coragem requerida para preservar nossa civilização dos ataques empreendidos por aqueles que desejam subvertê-la e destruí-la?”. Perguntas que devem ser feitas e respostas que devem ser encontradas por cada um de nós.

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 “São as pessoas comuns, não os poderosos, que formam o alicerce da liberdade e a pedra angular de nossa defesa” – disse Trump, em relação ao ocidente.

Diferentemente do que a mídia mainstream/globalista (ou fake News) evidencia, visto que essa – alienada da realidade e muito mais preocupada em atacar o Presidente Americano – prefere destacar um suposto “vácuo” da primeira-dama no líder americano (quando na verdade é cerimonial as primeiras damas se cumprimentarem primeiro), o discurso tem importância descomunal e pode se tornar um marco na história do mundo. Por quê? Bem, ao escancarar tanto os agentes do declínio ocidental, assim como acertar na solução para este enorme problema, Donald Trump se provou o líder necessário para a reconstrução da nossa civilização e convocou cada um de nós a engrandecer e fortalecer a nossa história, a nossa tradição, a nossa fé, os nossos valores e a nossa liberdade. Que seja o marco inicial do triunfo do mundo livre contra toda forma de tirania.

Você pode ver o discurso completo de Donald Trump, em Varsóvia, clicando aqui.

Abre o Jogo – A cidadania e a fragmentação social no Brasil

Embora as últimas postagens da categoria “Abre o Jogo” tenham sido sobre futebol, ela não existe apenas para tratar sobre o mesmo, ou tampouco para falar apenas sobre esporte de uma forma geral. Aliás, se repararem bem, o primeiro post da categoria é sobre música. Quando criamos essa categoria, o objetivo era expor opiniões de forma crítica, trazendo à tona a discussão sobre algum tema, levantando novas ideias, expandindo conceitos e disseminando cultura e conhecimento. A ideia sempre foi “abrir o jogo” para que discussões e conhecimentos sejam gerados e disseminados.

Antes de partir para o tema principal quero deixar claro que este blog não tem objetivo de discutir política e posições partidárias. No entanto, observar o cotidiano, discutir, aprender e se divertir com ele sempre foi uma de nossas pautas. Com este texto quero apenas trazer uma reflexão sobre o nosso cotidiano atual e a grave crise política, moral e social que vivemos. Então, vamos lá?

O Brasil vive um momento de segregação como há muito tempo não se via. A sociedade está dividida em vários grupos que lutam por direitos e representatividades que julgam serem merecedores. Até aí tudo bem, afinal que mal há em lutar pelos seus direitos? A constituição nos dá este respaldo, então nada mais justo, certo? Mais ou menos.

O grande problema da atual luta por direitos é que ela acontece de forma totalmente desequilibrada. No cenário atual, ela gera muito mais malefícios do que benefícios. Não é por acaso que cresce cada vez mais o discurso de ódio, a intolerância, a violência, a deturpação da moral, a falsidade e a crise social como um todo. Percebem que isso não faz bem para o Brasil? Que uma sociedade fragmentada é ruim para uma nação?

Como ilustração do atual cenário (quando digo atual não é somente neste ano, mas sim nos últimos 5 anos), socialmente e moralmente em ruínas, temos a educação brasileira, comprovadamente uma das piores no mundo inteiro. Porque a educação brasileira é tão ruim? O que faz com que nossos alunos não tenham um bom desempenho e se formem com baixo conhecimento, péssimo raciocínio crítico, pouco respeito para com o próximo e uma péssima noção sobre cidadania? Investimentos péssimos em educação, professores que não são bem remunerados e, também por isso, não são engajados como deveriam, são alguns dos principais fatores. Porém, há outro que pouco se fala e é crucial: a elucidação e reafirmação contínua dos deveres do cidadão.

O grande problema de toda a luta por direitos que extrapola no nosso cotidiano e desencadeia o atual cenário brasileiro, próximo do caótico, é que as pessoas esquecem que além do direito elas também possuem deveres. Um problema que se tornou cultural, infelizmente. Hoje, os brasileiros querem batalhar por seus direitos, afinal assim eles foram ensinados. Contudo, quantos deles têm a total compreensão dos direitos do outro? Vou mais além: qual a porcentagem deles compreende e cumpre seus deveres antes de cobrar pelos seus direitos? A escola ensina isso? Os pais ensinam isso? Não tanto como deveriam. Isto porque a nossa cultura atual entende que os cidadãos têm apenas direitos. Um erro brutal que reflete a crise social que o país atravessa.

É dever do cidadão, previsto em lei, por exemplo, respeitar os direitos sociais de outras pessoas, logo quando lutamos pelos nossos direitos, não devemos nunca ultrapassar a linha tênue do direito da outra pessoa. É dever também do cidadão educar, respeitar e proteger nossos semelhantes, logo não devemos difamar, pregar discursos de ódio e muito menos qualquer tipo de violência ou enganação contra nenhuma pessoa. Quantos cumprem esses deveres primordiais? Pouquíssimos, para não dizer ninguém. Não é por acaso que vivemos esta crise social.

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Equilíbrio entre direitos e deveres: por um Brasil melhor.

Para concluir, e antes que venham dizer que estou pregando uma utopia e que na prática isso jamais será possível, tente começar fazendo a sua parte. Antes de gritar por aí seus direitos, pense bem: “Estou cumprindo meus deveres?”. A cidadania se faz por esses dois pilares, e enquanto não houver um equilíbrio entre eles, ou seja, enquanto as pessoas não pararem de lutar pelos seus direitos e negligenciarem seus próprios deveres, a crise social que está implantada dificilmente diminuirá. É preciso sim lutar pelos direitos, mas é imprescindível que cada um tenha a plena consciência também de seus deveres. Por um país melhor.