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Abre o Jogo – Viva a Polônia! Precisamos aprender com ela!

A Polônia é hoje o país que mais simboliza a resistência contra o globalismo e contra todas a formas de tirania e totalitarismo presentes no mundo! O país que mais sofreu na mão do nazismo e do comunismo aprendeu e, hoje, é um exemplo a ser seguido no mundo inteiro!

O povo polonês repudia o nazismo e o comunismo, tanto que é comum vermos imensos mosaicos em eventos esportivos sendo erguidos para protestar contra esses regimes totalitários e contra toda a forma de tirania! Dois exemplos notáveis foram as manifestações da torcida do Śląsk Wrocław, que levantou bandeira contra o Comunismo em jogo do Campeonato Polonês, há algum tempo; mais recentemente, em jogo pela fase preliminar da UEFA Champions League 2016-17, em agosto, a torcida do Légia Varsóvia, exibiu um imenso mosaico em memória as vítimas polonesas, que bravamente resistiram ao massacre nazista no que entrou para a história como Levante de Varsóvia.

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Mosaico da torcida do Légia Varsóvia, em homenagem às vítimas do terror nazista.

O site StB no Brasil legendou um vídeo¹ feito pelo Instituo Polonês da Memória Nacional, onde há uma animação que conta, de maneira breve, a bravíssima história de resistência polonesa na Segunda Guerra Mundial e posteriormente na Guerra Fria, frente ao terror soviético. O Levante de Varsóvia é um dos eventos que ganha destaque especial no vídeo. Confiram neste link!

Não foi atoa que o melhor discurso de Donald Trump até o momento foi o realizado em Varsóvia. Não é coincidência que a Polônia seja uma das nações que mais crescem na Europa e a que não sofre com o terrorismo, visto que não tem fronteiras abertas como manda a União Europeia. A Polônia aprendeu com o seu passado, precisamos olhar para o nosso e aprender também! Por respeito àqueles que nos legaram a sociedade em que vivemos e por respeito aos outros povos que ajudaram a construir a civilização ocidental livre, da qual gozamos. Não façamos como Guga Chacra, o desinformante da Globo News que ofende a dignidade e a honra de um país inteiro e depois ainda quer pagar de vítima.

Nota¹: O vídeo do Instituto Polonês da Memória Nacional tem apenas 4min e 20 segundos.

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Abre o Jogo – O movimento separatista catalão não é movido por um nacionalismo genuíno

O movimento separatista catalão, que está em seu mais alto êxtase nos últimos tempos, tem ganhado um espaço enorme na grande mídia. O curioso é que ele é sempre “analisado” de forma unilateral, ou seja, os catalães são os bonzinhos que só querem formar seu próprio país e o governo espanhol é o malvado e repressor, que quer mantê-los presos ao seu regime.

Vocês não acham estranho que essas informações sejam passadas de maneira tão pendente para um só lado?

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Bandeira oficial da Catalunha.

O que ninguém na grande mídia conta é que, esse reavivamento do nacionalismo catalão está sendo impulsionado pela extrema-esquerda. Para confirmar isso, basta uma pesquisa um pouco mais criteriosa na internet.

A começar pela bandeira catalã, que foi modificada para outras duas versões, uma com a inserção de uma estrela vermelha e outra com a inserção de um triângulo azul com uma estrela branca. Na primeira a estrela vermelha representa a internacional socialista (o PT que o diga!) e a segunda, uma homenagem à Revolução Cubana.

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Bandeiras usadas pelos separatistas, onde percebe-se a estrela vermelha em algumas e a estrela branca dentro do triângulo azul em outras.

Embora exista sim uma forte questão histórica de valorização da cultura catalã no seu território, um movimento nacionalista que permite a adulteração de um símbolo nacional como a bandeira é no mínimo forjado.

O partido e o Presidente da região, Carles Puigdemont, que estão atualmente no poder da Catalunha, são de esquerda (embora a mídia dirá o contrário) e eles, junto com financiamento internacional de pessoas como o George Soros, trabalham na construção desse sentimento separatista há anos. Fatos facilmente confirmados quando lembramos que os ativistas separatistas homenagearam vários líderes mundiais de esquerda, inclusive Dilma Rousseff. Isso em 2014!

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Manifestação separatista na Catalunha, em 2014, homenageia Dilma Rousseff.

Os objetivos não estão absolutamente claros, mas alguns deles devem ser considerados. Os principais são a dissolução das soberanias nacionais (no caso, a espanhola) e a criação de um governo de extrema-esquerda plenamente capaz de dominar uma região rica e estrategicamente bem localizada na Europa Ocidental.

E quanto a repressão policial realizada pelo governo espanhol aos manifestantes? Mesmo que o plebiscito tenha sido ilegal, o ato é de condenação total pois, além das questões morais óbvias, também serviu como uma propaganda positiva à causa separatista.

O que devemos aprender nesse tipo de situação é agir sempre com prudência. Esperar e reunir o máximo de informações, das mais variadas fontes possíveis, para depois emitirmos uma opinião deve ser a conduta correta daqueles que não querem ser massa de manobra.

Quanto à Catalunha, a separação da região, neste momento, parece ser uma questão a ser analisada com muito cuidado. Todos os pontos a favor e contra devem ser pensados, tanto historicamente e culturalmente, quanto geopoliticamente. Reforço à todos o que já disse, ajam com prudência antes de tomar partido numa questão tão complexa.

Abre o Jogo – A apologia à pedofilia e à zoofilia na exposição do Santander e a abolição do homem

O Banco Santander investiu quase 1 milhão de reais, via Lei Rouanet, na criminosa exposição Queermuseu que estaria exposta, até o dia 8 de outubro, no espaço Santander Cultural em Porto Alegre. Essa exposição, que segundo os organizadores visa promover a “diversidade cultural”, faz, na verdade, uma escrachada apologia à pedofilia, à zoofilia e a diversas agendas ligadas à ideologia de gênero. O fato mais repugnante é que o edital da exposição foi feito com direcionamento para as crianças, o que evidencia ainda mais a má índole do evento.

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Quadro com desenho explícito de prática de zoofilia era uma das bizarrices exibidas na exposição do Santander.

O compromisso ideológico desses agentes revolucionários é promover uma nova forma de civilização, capaz de abolir completamente o homem daquilo que o faz humano: sua natureza, seus valores e sua capacidade de pensar livremente. O alvo principal é a educação, mais especificamente a das crianças, pois são elas as mais vulneráveis hoje, mas também as que dominarão o mundo em alguns anos, ocupando os mais importantes cargos políticos e econômicos. C. S. Lewis, em seu ensaio brilhante “A Abolição do Homem”, nos alerta da importância de manter a lei natural (aqui entendida como a moral) como princípio e norte para guiar a sociedade e livrá-la de qualquer tirania. Em uma passagem ele explica:

“Só há duas possiblidades: ou somos espíritos racionais obrigados para sempre a obedecer aos valores absolutos da lei natural, ou então não passamos de mera natureza a ser manuseada e esculpida em novas formas para o deleite dos mestres, que por sua vez serão motivados unicamente por seus impulsos “naturais”. Somente a Lei Natural é capaz de prover uma lei de ação humana comum que possa abarcar legisladores e legislados igualmente. Uma crença dogmática em valores objetivos é necessária para a própria ideia de uma regra que não seja tirânica ou de uma obediência que não seja servil.”. [1]

Lewis também alerta que, quando nos apoiamos em bases relativistas e abstemos de todos os juízos de valor, resta-nos apenas a vontade. A ausência de critérios objetivos para definir “isto é bom” faz com que o “eu quero” seja o único parâmetro existente. O ser humano se torna incapaz de usar sua própria inteligência, pois perde seus parâmetros comparativos e sua hierarquização de conceitos e virtudes. Por fim, ele se torna escravo de suas próprias vontades.

A abolição do homem é a forma mais certeira de submetê-lo à mais profunda, absoluta e inquebrável tirania. A ideologia de gênero, longe de ser um instrumento para promover agendas de ativismo homossexual, vem com um propósito muito maior: demolir a mente humana e toda a percepção da realidade, transformando as pessoas em zumbis e escravas de suas vontades. O pior, essas vontades são artificias, não sendo genuinamente vontades humanas, mas imposições realizadas por governantes que manipulam as massas e a controlam, tal como alerta José Ortega y Gasset em seu magnífico “A Rebelião das Massas” ou mesmo ilustra George Orwell, com seu Big Brother, em seu excepcional “1984”.

Enquanto essas bizarrices acontecem por todo o Brasil, pessoas que vão contra o politicamente correto, como o deputado federal Jair Bolsonaro, um ferrenho defensor de punições mais severas para estupradores, são condenados pelo STF por apologia ao estupro por dizer que a uma mulher não merecia ser estuprada após receber uma ofensa de ser estuprador. A inversão lógica desse caso é um exemplo claríssimo da abolição do homem em curso. Um perfeito caso de sucesso na imbecilização daquilo que chamamos de homem pós-moderno.

Ao mesmo passo, homens que ejaculam em mulheres no meio da rua ou em transportes públicos, como o caso da semana passada em que o meliante tinha 17 passagens pela polícia por crimes parecidos, não são punidos, pelo fato do ocorrido não ser considerado estupro, mas sim, apenas uma contravenção penal. Casos como esses jamais ocorreriam numa sociedade sadia, com o espírito público, a inteligência, a busca pela verdade, a harmonia, a cultura e a liberdade das pessoas preservados. Contudo, numa sociedade doente, já a beira da subjugação total, o resultado é o que vemos todos os dias.

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Olavo avisa sobre a pedofilia há algum tempo. Na foto: twitte oficial do professor em agosto deste ano.

O que tiramos de aprendizagem de todos os eventos recentes é a concretização dos incontáveis avisos feitos não só por Olavo de Carvalho, mas também por todos os pensadores e pessoas corretas que veem a realidade tal como ela é, e não através de filtros ideológicos e de pensamentos imergidos na mentalidade revolucionária. Não tardará os tempos em que, o avanço das pautas progressistas (Já se perguntaram para onde vai o progresso que os revolucionários tanto almejam?) culminarão na demolição total dos valores cristãos, com a adoção de práticas pedófilas, incestuosas, orgias e tantas outras barbáries. A Invasão Vertical dos Bárbaros segue a todo o vapor. Estejam avisados e preparados!

Veja outras imagens da exposição aqui.

Nota: A exposição foi cancelada após as reações negativas.

  1. C. S. Lewis. A Abolição do Homem. 2ª ed. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2012. Página 69.

Abre o Jogo – Globo mergulha de cabeça na ideologia de gênero com personagem “Trans homem gay” de A Força do Querer

A trama de Ivana (Carol Duarte), personagem da novela “A Força do Querer” da Rede Globo, entrou no clímax do conflito desenvolvido durante a história, nas últimas semanas. A personagem sempre foi retratada como alguém que tinha problemas de identificação com o próprio corpo, não se sentindo uma mulher. Nesse caminho, passou a desenvolver um sentimento de paixão para com Cláudio (Gabriel Stauffer), um amigo. Em um capítulo recente, a personagem buscou ajuda terapêutica para resolver sua situação, visto que buscava mudança no corpo, quando deparou com a seguinte explicação: “Você tem amigos que são homens e que são gays, não tem? As pessoas nascem homens ou nascem mulheres. Mas a sexualidade delas pode estar dirigida para pessoas do mesmo sexo ou para pessoas de sexo diferente. Homens e mulheres podem ser héteros ou podem ser gays!”. A seguir, a terapeuta vai além e diz: “Se você completar essa travessia, será um trans homem gay!”.

Primeiro temos uma explicação aceitável, com o binarismo que é uma ofensa para a patrulha progressista. Contudo, o problema vem no complemento. Ali percebe-se uma perversão total da realidade, quando temos uma mulher que gosta de homem, ou seja, a criação da mais antiga, simples e primordial relação da natureza, não pode mais ser entendida assim, pois, por questões ideológicas e “sentimentais” temos que revolucionar a realidade com termos modernos e politicamente corretos como “trans homem gay”. É tão difícil dizer mulher heterossexual? Para os iconoclastas do Século XXI, os mesmos que desprezam tudo o que há de bom, virtuoso e fundamental na civilização ocidental, parece que sim.

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Ivana (Carol Duarte) e Cláudio (Gabriel Stauffer).

Esse é um caso emblemático pois marca de forma escancarada o compromisso da Globo em cumprir um importante papel de mudança na mentalidade das pessoas, trazendo os absurdos conceitos da ideologia de gênero às temáticas centrais das novelas e moldando os valores e julgamentos da população que, em geral, ou não está nem aí para essa problematização chata e maçante da patrulha do politicamente correta ou repudia a mesma. A cartilha da Globo sempre foi o de cumprir a agenda progressista, percebia-se isso desde antes com a introdução lenta e gradual de personagens gays, ou mesmo de adolescentes e jovens cada vez mais adeptos a uma vida sexual precoce e de múltiplos parceiros. O contrário hoje é visto como antiquado, reacionário, “paleolítico”, além de outros adjetivos usados de forma pejorativa, muito também por esse trabalho da gigante de comunicação brasileira. Isto para não citar os trabalhos em outras áreas de “problematização”, sempre buscando promover a luta de classes e a quebra de uma autoridade ordeira.

Especificamente sobre o caso de Ivana, há um ponto muito importante a ser levantado: como o compromisso ideológico da Globo é tão grande que ela (muito provavelmente) sequer cogitou pensar em um valor artístico maior para sua obra. Isso por mero cumprimento de uma agenda política. Como assim? Vou dar um exemplo. Na história de Ivana, ela tinha esse problema de identificação com o próprio corpo, mas ao mesmo tempo está descobrindo que ama um rapaz de seu círculo social. Esse sentimento é recíproco. Uma ótima sugestão para o roteiro da trama seria passar uma mensagem sobre como a personagem passaria a aceitar e gostar de seu corpo através do amor, do carinho e do reconhecimento que seu parceiro teria com ela. Uma forma de recuperar uma pessoa que sofre de problemas psicológicos sérios, chegando ao ponto de não aceitar sua própria natureza. O amor de Cláudio para com Ivana faria a mesma ver o que antes ela rejeitava de uma forma diferente. Não seria uma mensagem muito mais bonita? Infelizmente, pela cegueira ideológica, sequer foi cogitada.

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É triste ver que o Brasil se tornou um país composto por uma maioria da população formada por pessoas imbecilizadas, como os incontáveis militantes de esquerda que chamam a Globo, a mesma que é a maior propagadora da agenda progressista no Brasil, de golpista. Esses imbecis negam o valor artístico puro da produção humana, colocando a ideologia acima de tudo e, quando essa ideologia é criticada, atacam em peso aqueles que denunciam seu totalitarismo ideológico. Sabemos que isso também está relacionado ao pensamento dialético da mentalidade revolucionária, mas quando a ideologia se espalha por todas as esferas de uma sociedade ao ponto de afetar profundamente até a arte, que deveria ser uma forma de eternizar os mais belos valores e sentimentos da natureza humana, o resultado é a destruição de toda a cultura e identidade do povo. As pessoas precisam entender que todas as mudanças sociais ocorrem por imposição lenta a gradual pensada por grupos de elite. A Revolução Francesa é o exemplo maior da história ocidental. E, enquanto não restaurarmos a nossa cultura e as nossas origens, o Brasil não irá melhorar.

Abre o Jogo – Donald Trump faz discurso histórico na Polônia e se estabelece como o grande líder da civilização ocidental

Donald Trump fez o mais emblemático discurso de sua ainda curta carreira política na última quinta-feira, dia 06 de julho de 2017, em Varsóvia na Polônia. Diante de uma multidão, o Presidente dos Estados Unidos da América foi enfático, preciso e conciso, diagnosticou o declínio sem precedentes da Civilização Ocidental e seus principais causadores, e ainda bradou as principais, e mais acertadas, maneiras de enfrentar o problema.

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Donald Trump fez discurso histórico em Varsóvia, capital da Polônia.

Não foi por acaso que o líder da América escolheu a Polônia como local para sua mensagem, visto que, talvez, nenhum povo tenha sofrido tanto com as consequências da mentalidade revolucionária como os polacos. Podemos lembrar facilmente tanto da opressão nazista quanto da tirania soviética como os mais notáveis exemplos. Apesar da história repleta de sangue dos poloneses, Trump foi enfático em exaltar aqueles que lutaram pelos valores que os definem até hoje.

Valores como a defesa da família, da honra, da lei, da fé cristã e da liberdade fazem da Polônia um exemplo a todo o ocidente, sendo um símbolo europeu quase solitário na luta contra os inimigos internos (leia-se os burocratas da ONU) e os externos (o bloco Russo-Chinês e o califado Islâmico) da Civilização Ocidental. E, como bem disse Trump, é a razão maior do triunfo polonês e de sua prosperidade atual.

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Mapa registra localidades onde houve atentados terroristas nos últimos 10 anos. Em azul, destaque para a Polônia, país com fronteiras fortes e forte valorização de sua cultura e tradição, sem nenhum registro de ataque.

Donald Trump evidenciou que o declínio ocidental acontece devido a um inimigo não aparente “a constante sutileza da burocracia governamental que drena a vitalidade e a riqueza das pessoas”. Ao reafirmar que o establishment globalista é o maior inimigo da civilização ocidental, Trump já emenda dizendo que é papel do ocidente preservar a cultura, a fé e a tradição que formaram toda a nossa civilização, não permitindo que os inimigos internos e externos minem nossa identidade, nossa coragem e nosso espírito.

Nas palavras do Presidente dos EUA está a importância de conhecermos o nosso passado, como civilização ocidental, para construirmos melhor nosso futuro: “Nossos adversários estão condenados porque nunca nos esqueceremos de quem somos. Se não nos esquecemos de quem somos, não podemos ser conquistados… O mundo nunca conheceu nada como a nossa comunidade de nações. Nós escrevemos sinfonias, buscamos inovação, valorizamos o Estado de Direito, protegemos a liberdade de expressão, posicionamos nossas mulheres como pilares da nossa sociedade e de nosso sucesso. Colocamos a fé e a família no centro de nossas vidas, não o governo. Debatemos tudo, discutimos tudo e buscamos saber todas as coisas para que possamos nos conhecer melhor… O que herdamos de nossos antepassados nunca existiu nessa dimensão antes. E se falharmos em preservar isso, nunca mais existirá de novo.”.

Donald Trump ainda disse que a sobrevivência do Ocidente não depende apenas de poder militar ou da riqueza econômica, mas também (e principalmente) do fortalecimento de nossas famílias e de nossos valores. Também questionou: “Nossa civilização tem a disposição necessária para sobreviver? Amamos os nossos valores e confiamos neles a ponto de defendê-los a qualquer custo? Respeitamos a nossa autodeterminação a ponto de defender nossas fronteiras e nossa soberania? Temos a coragem requerida para preservar nossa civilização dos ataques empreendidos por aqueles que desejam subvertê-la e destruí-la?”. Perguntas que devem ser feitas e respostas que devem ser encontradas por cada um de nós.

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 “São as pessoas comuns, não os poderosos, que formam o alicerce da liberdade e a pedra angular de nossa defesa” – disse Trump, em relação ao ocidente.

Diferentemente do que a mídia mainstream/globalista (ou fake News) evidencia, visto que essa – alienada da realidade e muito mais preocupada em atacar o Presidente Americano – prefere destacar um suposto “vácuo” da primeira-dama no líder americano (quando na verdade é cerimonial as primeiras damas se cumprimentarem primeiro), o discurso tem importância descomunal e pode se tornar um marco na história do mundo. Por quê? Bem, ao escancarar tanto os agentes do declínio ocidental, assim como acertar na solução para este enorme problema, Donald Trump se provou o líder necessário para a reconstrução da nossa civilização e convocou cada um de nós a engrandecer e fortalecer a nossa história, a nossa tradição, a nossa fé, os nossos valores e a nossa liberdade. Que seja o marco inicial do triunfo do mundo livre contra toda forma de tirania.

Você pode ver o discurso completo de Donald Trump, em Varsóvia, clicando aqui.