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Abre o Jogo – A apologia à pedofilia e à zoofilia na exposição do Santander e a abolição do homem

O Banco Santander investiu quase 1 milhão de reais, via Lei Rouanet, na criminosa exposição Queermuseu que estaria exposta, até o dia 8 de outubro, no espaço Santander Cultural em Porto Alegre. Essa exposição, que segundo os organizadores visa promover a “diversidade cultural”, faz, na verdade, uma escrachada apologia à pedofilia, à zoofilia e a diversas agendas ligadas à ideologia de gênero. O fato mais repugnante é que o edital da exposição foi feito com direcionamento para as crianças, o que evidencia ainda mais a má índole do evento.

expoSantander

Quadro com desenho explícito de prática de zoofilia era uma das bizarrices exibidas na exposição do Santander.

O compromisso ideológico desses agentes revolucionários é promover uma nova forma de civilização, capaz de abolir completamente o homem daquilo que o faz humano: sua natureza, seus valores e sua capacidade de pensar livremente. O alvo principal é a educação, mais especificamente a das crianças, pois são elas as mais vulneráveis hoje, mas também as que dominarão o mundo em alguns anos, ocupando os mais importantes cargos políticos e econômicos. C. S. Lewis, em seu ensaio brilhante “A Abolição do Homem”, nos alerta da importância de manter a lei natural (aqui entendida como a moral) como princípio e norte para guiar a sociedade e livrá-la de qualquer tirania. Em uma passagem ele explica:

“Só há duas possiblidades: ou somos espíritos racionais obrigados para sempre a obedecer aos valores absolutos da lei natural, ou então não passamos de mera natureza a ser manuseada e esculpida em novas formas para o deleite dos mestres, que por sua vez serão motivados unicamente por seus impulsos “naturais”. Somente a Lei Natural é capaz de prover uma lei de ação humana comum que possa abarcar legisladores e legislados igualmente. Uma crença dogmática em valores objetivos é necessária para a própria ideia de uma regra que não seja tirânica ou de uma obediência que não seja servil.”. [1]

Lewis também alerta que, quando nos apoiamos em bases relativistas e abstemos de todos os juízos de valor, resta-nos apenas a vontade. A ausência de critérios objetivos para definir “isto é bom” faz com que o “eu quero” seja o único parâmetro existente. O ser humano se torna incapaz de usar sua própria inteligência, pois perde seus parâmetros comparativos e sua hierarquização de conceitos e virtudes. Por fim, ele se torna escravo de suas próprias vontades.

A abolição do homem é a forma mais certeira de submetê-lo à mais profunda, absoluta e inquebrável tirania. A ideologia de gênero, longe de ser um instrumento para promover agendas de ativismo homossexual, vem com um propósito muito maior: demolir a mente humana e toda a percepção da realidade, transformando as pessoas em zumbis e escravas de suas vontades. O pior, essas vontades são artificias, não sendo genuinamente vontades humanas, mas imposições realizadas por governantes que manipulam as massas e a controlam, tal como alerta José Ortega y Gasset em seu magnífico “A Rebelião das Massas” ou mesmo ilustra George Orwell, com seu Big Brother, em seu excepcional “1984”.

Enquanto essas bizarrices acontecem por todo o Brasil, pessoas que vão contra o politicamente correto, como o deputado federal Jair Bolsonaro, um ferrenho defensor de punições mais severas para estupradores, são condenados pelo STF por apologia ao estupro por dizer que a uma mulher não merecia ser estuprada após receber uma ofensa de ser estuprador. A inversão lógica desse caso é um exemplo claríssimo da abolição do homem em curso. Um perfeito caso de sucesso na imbecilização daquilo que chamamos de homem pós-moderno.

Ao mesmo passo, homens que ejaculam em mulheres no meio da rua ou em transportes públicos, como o caso da semana passada em que o meliante tinha 17 passagens pela polícia por crimes parecidos, não são punidos, pelo fato do ocorrido não ser considerado estupro, mas sim, apenas uma contravenção penal. Casos como esses jamais ocorreriam numa sociedade sadia, com o espírito público, a inteligência, a busca pela verdade, a harmonia, a cultura e a liberdade das pessoas preservados. Contudo, numa sociedade doente, já a beira da subjugação total, o resultado é o que vemos todos os dias.

OlavoDeCarvalhoPedofiliaTwitter

Olavo avisa sobre a pedofilia há algum tempo. Na foto: twitte oficial do professor em agosto deste ano.

O que tiramos de aprendizagem de todos os eventos recentes é a concretização dos incontáveis avisos feitos não só por Olavo de Carvalho, mas também por todos os pensadores e pessoas corretas que veem a realidade tal como ela é, e não através de filtros ideológicos e de pensamentos imergidos na mentalidade revolucionária. Não tardará os tempos em que, o avanço das pautas progressistas (Já se perguntaram para onde vai o progresso que os revolucionários tanto almejam?) culminarão na demolição total dos valores cristãos, com a adoção de práticas pedófilas, incestuosas, orgias e tantas outras barbáries. A Invasão Vertical dos Bárbaros segue a todo o vapor. Estejam avisados e preparados!

Veja outras imagens da exposição aqui.

Nota: A exposição foi cancelada após as reações negativas.

  1. C. S. Lewis. A Abolição do Homem. 2ª ed. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2012. Página 69.
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Abre o Jogo – Donald Trump faz discurso histórico na Polônia e se estabelece como o grande líder da civilização ocidental

Donald Trump fez o mais emblemático discurso de sua ainda curta carreira política na última quinta-feira, dia 06 de julho de 2017, em Varsóvia na Polônia. Diante de uma multidão, o Presidente dos Estados Unidos da América foi enfático, preciso e conciso, diagnosticou o declínio sem precedentes da Civilização Ocidental e seus principais causadores, e ainda bradou as principais, e mais acertadas, maneiras de enfrentar o problema.

Donald Trump Polonia

Donald Trump fez discurso histórico em Varsóvia, capital da Polônia.

Não foi por acaso que o líder da América escolheu a Polônia como local para sua mensagem, visto que, talvez, nenhum povo tenha sofrido tanto com as consequências da mentalidade revolucionária como os polacos. Podemos lembrar facilmente tanto da opressão nazista quanto da tirania soviética como os mais notáveis exemplos. Apesar da história repleta de sangue dos poloneses, Trump foi enfático em exaltar aqueles que lutaram pelos valores que os definem até hoje.

Valores como a defesa da família, da honra, da lei, da fé cristã e da liberdade fazem da Polônia um exemplo a todo o ocidente, sendo um símbolo europeu quase solitário na luta contra os inimigos internos (leia-se os burocratas da ONU) e os externos (o bloco Russo-Chinês e o califado Islâmico) da Civilização Ocidental. E, como bem disse Trump, é a razão maior do triunfo polonês e de sua prosperidade atual.

PolonioforadoTerrorismoIslamico - Copia

Mapa registra localidades onde houve atentados terroristas nos últimos 10 anos. Em azul, destaque para a Polônia, país com fronteiras fortes e forte valorização de sua cultura e tradição, sem nenhum registro de ataque.

Donald Trump evidenciou que o declínio ocidental acontece devido a um inimigo não aparente “a constante sutileza da burocracia governamental que drena a vitalidade e a riqueza das pessoas”. Ao reafirmar que o establishment globalista é o maior inimigo da civilização ocidental, Trump já emenda dizendo que é papel do ocidente preservar a cultura, a fé e a tradição que formaram toda a nossa civilização, não permitindo que os inimigos internos e externos minem nossa identidade, nossa coragem e nosso espírito.

Nas palavras do Presidente dos EUA está a importância de conhecermos o nosso passado, como civilização ocidental, para construirmos melhor nosso futuro: “Nossos adversários estão condenados porque nunca nos esqueceremos de quem somos. Se não nos esquecemos de quem somos, não podemos ser conquistados… O mundo nunca conheceu nada como a nossa comunidade de nações. Nós escrevemos sinfonias, buscamos inovação, valorizamos o Estado de Direito, protegemos a liberdade de expressão, posicionamos nossas mulheres como pilares da nossa sociedade e de nosso sucesso. Colocamos a fé e a família no centro de nossas vidas, não o governo. Debatemos tudo, discutimos tudo e buscamos saber todas as coisas para que possamos nos conhecer melhor… O que herdamos de nossos antepassados nunca existiu nessa dimensão antes. E se falharmos em preservar isso, nunca mais existirá de novo.”.

Donald Trump ainda disse que a sobrevivência do Ocidente não depende apenas de poder militar ou da riqueza econômica, mas também (e principalmente) do fortalecimento de nossas famílias e de nossos valores. Também questionou: “Nossa civilização tem a disposição necessária para sobreviver? Amamos os nossos valores e confiamos neles a ponto de defendê-los a qualquer custo? Respeitamos a nossa autodeterminação a ponto de defender nossas fronteiras e nossa soberania? Temos a coragem requerida para preservar nossa civilização dos ataques empreendidos por aqueles que desejam subvertê-la e destruí-la?”. Perguntas que devem ser feitas e respostas que devem ser encontradas por cada um de nós.

DonaldTrumpPolonia

 “São as pessoas comuns, não os poderosos, que formam o alicerce da liberdade e a pedra angular de nossa defesa” – disse Trump, em relação ao ocidente.

Diferentemente do que a mídia mainstream/globalista (ou fake News) evidencia, visto que essa – alienada da realidade e muito mais preocupada em atacar o Presidente Americano – prefere destacar um suposto “vácuo” da primeira-dama no líder americano (quando na verdade é cerimonial as primeiras damas se cumprimentarem primeiro), o discurso tem importância descomunal e pode se tornar um marco na história do mundo. Por quê? Bem, ao escancarar tanto os agentes do declínio ocidental, assim como acertar na solução para este enorme problema, Donald Trump se provou o líder necessário para a reconstrução da nossa civilização e convocou cada um de nós a engrandecer e fortalecer a nossa história, a nossa tradição, a nossa fé, os nossos valores e a nossa liberdade. Que seja o marco inicial do triunfo do mundo livre contra toda forma de tirania.

Você pode ver o discurso completo de Donald Trump, em Varsóvia, clicando aqui.