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Abre o Jogo – A verdade sobre Charlottesville e o nazismo de “extrema-direita”

O lamentável ocorrido na pequena cidade de Charlottesville foi, e continua sendo, muito discutido e debatido pela grande mídia em geral. Como foi uma manifestação absurda, digna de um filme de terror e seguida de violentos confrontos entre grupos supostamente rivais, a busca incessante por informações tornou-se inevitável. O grande problema é que a mídia distorceu grande parte do ocorrido, criando um roteiro onde vilões e heróis foram escolhidos e definidos por ela, e pior, tentou colar em Donald Trump o rótulo de apoiador dos vilões.

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Manifestação do grupo neonazista em Charlottesville.

Segundo a imprensa, uma manifestação de supremacistas brancos, neonazistas e membros da Ku Klux Klan, de “extrema-direita” organizaram um protesto contra a retirada de uma estátua do General Lee, líder do exército dos Confederados na Guerra Civil Americana. Posteriormente, dois grupos chamados Antifa (acrônimo para Antifacistas) e Black Lives Matter (que pregam a supremacia negra) entraram em confronto com aqueles grupos. Estes tratados apenas como grupos “anti extremistas”.

São vários pontos a serem abordados aqui. O primeiro é a afirmação manipuladora ao taxar o nazismo como um movimento de “extrema-diretia”, quando nunca o foi. Tornarei a comentar mais sobre isso a diante. O segundo ponto é a mídia, juntamente com o establishment americano, associar Trump aos nazistas e dizer levianamente que sua condenação ao ocorrido foi tolerante com esse pessoal. O terceiro ponto é o tratamento do grupo que “combateu” os supremacistas, referidos apenas como anti extremistas ou outros termos, digamos, suaves.

Todos esses pontos estão conectados, visto que há muito mais por trás do ocorrido. A primeira resposta de Trump veio como uma condenação ao ódio de forma geral, não apenas o dos nazistas. Logo foi acusado de ser complacente com esses ao nivelar todos a um mesmo patamar. Contudo, Trump sabe que o Antifa e o Black Lives Matter são grupos financiados pela Open Society de George Soros, declaradamente um agente financiador de movimentos revolucionários no mundo inteiro, objetivando o comunismo global.
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Print da página inicial do site oficial da Open Society, de George Soros. Detalhe no quadro vermelho, onde o bilionário é descrito como um “investidor que ajuda os países a transitarem para o comunismo”.

Outro ponto que mostra a má fé da mídia é o fato de nas últimas eleições americanas, Charlottesville ter votado em peso em Hillary Clinton (17901 votos contra 2960), o que evidencia a cidade como um reduto democrata. Aliás, o atual prefeito é democrata e teve papel importante na arquitetação desse embate desastroso, como bem relatou Leandro Ruschel nesse artigo. Faz-se necessário lembrar que a Ku Klux Klan surgiu do Partido Democrata, que um de seus ex-líderes, Robert Byrd, era democrata e apoiou Hillary e que os Democratas foram os grandes defensores da escravidão durante a Guerra Civil Americana. Fatos que desmentem todas as acusações e associações mentirosas sofridas por Trump.

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Hillary Clinton recebe cumprimentos de Rober Byrd, ex-político democrata e ex-membro da Ku Klux Klan.

Como já dito, o Antifa e o Black Lives Matter são dois, entre os incontáveis, movimentos mundo afora, financiados pelo magnata George Soros, através de sua Open Society. Esses grupos, maliciosamente colocados para embater com os neonazistas pelo prefeito de Charlottesville, como bem esclareceu o Leandro Ruschel no artigo acima citado, agiram como falsa oposição para criarem um gigantesco espantalho capaz de ser usado para atacar Trump e toda a direita mundial ao associar, levianamente, esta a uma suposta nova onda nazista, antissemita e racista. Algo que George Soros certamente teria orgulho.

É no mínimo hipócrita tentar associar Trump, ou a direita de forma geral, ao nazismo, à Ku Klux Klan ou a qualquer tipo de grupo discriminatório quando, historicamente, todos esses grupos vieram de movimentos de esquerda ou movimentos apoiados pela esquerda. Vale citar novamente a história da Ku Klux Klan, que se confunde com a do Partido Democrata, a visão racista de Hitler, que via a raça ariana como superior ao mesmo passo que desejava (e praticava) o extermínio dos judeus e também a associação da esquerda com o islamismo ao mesmo tempo que condena Israel.

Enquanto a esquerda mundial ataca veementemente Israel e a soberania do povo hebreu, via ONU e outros órgãos supra nacionais, Donald Trump tem como principal parceiro internacional ninguém mais ninguém menos do que Benjamim Netanyahu, Primeiro-Ministro de Israel. A esquerda odeia Israel porque ela é a nação berço da moral judaico-cristã, e nela reside a força maior da civilização ocidental. É a moral judaico-cristã que possibilita a propriedade privada e a liberdade. Não o contrário, como previu Marx. Gramsci e a Escola de Frankfurt perceberam isso e mudaram o alvo da revolução do campo de batalha para a mentalidade das pessoas. Foi então que todo o embate ideológico antissemita cresceu exponencialmente após os anos 1960.

Contudo, poderíamos voltar um pouco no tempo para entender porque Hilter odiava os judeus. Numa simples pesquisa já podemos constatar que os arianos são os povos que habitam há séculos a região onde hoje é o Irã, país islâmico. Hitler viu no antissemitismo uma grande oportunidade de propagandear uma enorme conspiração judaica. Ele se reuniu com o auto-intitulado “Grande mufti de Jerusalém”, Mohammed Amin al-Husseini, trouxe a causa palestina para o Ocidente e associou-a ao anti-imperialismo inglês, tão propagandeado pela esquerda até hoje. Ao reunir o e inflar todos os sentimentos do antissemitismo, do anti-imperialismo e do anti capitalismo, Hitler associou tudo aos judeus e ao “neocolonialismo britânico”, criando grande parte do aparato ideológico que culminaria na Segunda Guerra Mundial e no holocausto.

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Encontro entre Mohammed Amin al-Husseini e Adolf Hitler.

As entranhas do socialismo e do nazismo (ou nacional-socialismo) se confundem quando analisamos seus laços históricos de luta, sempre em prol de um antissemitismo e de um anti-imperialismo. A retórica que condena o “neocolonialismo” como uma fase final do imperialismo, este um desdobramento inevitável do capitalismo, segundo Lênin, é um ponto de intersecção que mostra a origem comum de ambas ideologias. A diferença é que o nazismo, após romper o tratado de Ribbentrop-Molotov, voltou-se contra a URSS. Aliás, o citado tratado foi firmado porque o principal inimigo do nazismo e do comunismo era o “imperialismo inglês”.

No mundo, a esquerda atual, pós-moderna, prega o politicamente correto, o “anti-imperialismo”, o multiculturalismo e a justiça social. Ainda fomenta suas bases na luta de classes, eleva diversas classes para combater outras, definidas por eles como os opressores que oprimem os oprimidos: brancos x negros, héteros x LGBTs, homens x mulheres, ricos x pobres, cristão x muçulmanos, etc. Seus maiores inimigos são Israel e a América, justamente por serem “imperialistas” e contra o multiculturalismo.

No Brasil não é diferente, por isso vemos candidatos da esquerda queimarem a bandeira de Israel, como Marcelo Freixo do PSOL e seu vereador, Lula fazer alianças com Mahmoud Ahmadinejad e defender o programa nuclear do Irã, esquerdistas pregarem ódio ao cristianismo e a Israel enquanto pregam tolerância ao islamismo e aos palestinos, entre outras barbaridades. Tudo conforme agendas que são resultado de um longo processo histórico de construção ideológico. Jair Bolsonaro, maior defensor de Israel no país e principal representante do conservadorismo aqui no Brasil, é acusado incessantemente de fascista/nazista. Uma hipocrisia de tamanho inigualável, visto que o atual deputado federal foi até mesmo batizado no Rio Jordão, quando visitou Israel. Enfim, mais uma amostra da incoerência da esquerda.

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Jair Bolsonaro sendo batizado nas água do rio Jordão.

Enquanto o socialismo e o nazismo pregam um combate ao capitalismo, ao livre mercado, a liberdade e a soberania do indivíduo, o direitismo prega exatamente o oposto. A única atribuição possível a uma extrema-direita seria a maximização total das ideias direitas, como capitalismo, livre mercado, liberdade e soberania individual, o que seria compatível às ideias anarcocapitalistas. E é fácil perceber, para qualquer pessoa capaz de fundamentar um mínimo raciocínio lógico na razão, que o anarcocapitalismo é o radical oposto ao socialismo e ao nazismo. Sim, a extrema-esquerda é tão socialista e/ou nazista quanto o anarcocapitalismo é um extremismo de direita.

 

Somente o conhecimento, aliado a verdade, pode construir um futuro melhor. Não se deixe manipular pela mídia. Estude!

Veja também:

Artigo no Senso Incomum: Black Lives Matter e o racismo ideológico.

Artigo do Senso Incomum: Por que a esquerda odeia Israel?

Podcast do Senso Incomum faz apanhado de toda a história do Nazismo: O Nazismo não era “de direita”.

Série de três podcasts do Senso Incomum faz apanhado de toda a história ocidental e explica porque o povo judeu é o principal inimigo da esquerda mundial: Parte 1Parte 2 Parte 3.

Livro: O Grande Culpado – O Plano de Stálin Para Começar a Segunda Guerra Mundial.

Manifestantes da antifa aplaudem discurso feito com citações de Adolf Hitler: vídeo.

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Abre o Jogo – Donald Trump faz discurso histórico na Polônia e se estabelece como o grande líder da civilização ocidental

Donald Trump fez o mais emblemático discurso de sua ainda curta carreira política na última quinta-feira, dia 06 de julho de 2017, em Varsóvia na Polônia. Diante de uma multidão, o Presidente dos Estados Unidos da América foi enfático, preciso e conciso, diagnosticou o declínio sem precedentes da Civilização Ocidental e seus principais causadores, e ainda bradou as principais, e mais acertadas, maneiras de enfrentar o problema.

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Donald Trump fez discurso histórico em Varsóvia, capital da Polônia.

Não foi por acaso que o líder da América escolheu a Polônia como local para sua mensagem, visto que, talvez, nenhum povo tenha sofrido tanto com as consequências da mentalidade revolucionária como os polacos. Podemos lembrar facilmente tanto da opressão nazista quanto da tirania soviética como os mais notáveis exemplos. Apesar da história repleta de sangue dos poloneses, Trump foi enfático em exaltar aqueles que lutaram pelos valores que os definem até hoje.

Valores como a defesa da família, da honra, da lei, da fé cristã e da liberdade fazem da Polônia um exemplo a todo o ocidente, sendo um símbolo europeu quase solitário na luta contra os inimigos internos (leia-se os burocratas da ONU) e os externos (o bloco Russo-Chinês e o califado Islâmico) da Civilização Ocidental. E, como bem disse Trump, é a razão maior do triunfo polonês e de sua prosperidade atual.

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Mapa registra localidades onde houve atentados terroristas nos últimos 10 anos. Em azul, destaque para a Polônia, país com fronteiras fortes e forte valorização de sua cultura e tradição, sem nenhum registro de ataque.

Donald Trump evidenciou que o declínio ocidental acontece devido a um inimigo não aparente “a constante sutileza da burocracia governamental que drena a vitalidade e a riqueza das pessoas”. Ao reafirmar que o establishment globalista é o maior inimigo da civilização ocidental, Trump já emenda dizendo que é papel do ocidente preservar a cultura, a fé e a tradição que formaram toda a nossa civilização, não permitindo que os inimigos internos e externos minem nossa identidade, nossa coragem e nosso espírito.

Nas palavras do Presidente dos EUA está a importância de conhecermos o nosso passado, como civilização ocidental, para construirmos melhor nosso futuro: “Nossos adversários estão condenados porque nunca nos esqueceremos de quem somos. Se não nos esquecemos de quem somos, não podemos ser conquistados… O mundo nunca conheceu nada como a nossa comunidade de nações. Nós escrevemos sinfonias, buscamos inovação, valorizamos o Estado de Direito, protegemos a liberdade de expressão, posicionamos nossas mulheres como pilares da nossa sociedade e de nosso sucesso. Colocamos a fé e a família no centro de nossas vidas, não o governo. Debatemos tudo, discutimos tudo e buscamos saber todas as coisas para que possamos nos conhecer melhor… O que herdamos de nossos antepassados nunca existiu nessa dimensão antes. E se falharmos em preservar isso, nunca mais existirá de novo.”.

Donald Trump ainda disse que a sobrevivência do Ocidente não depende apenas de poder militar ou da riqueza econômica, mas também (e principalmente) do fortalecimento de nossas famílias e de nossos valores. Também questionou: “Nossa civilização tem a disposição necessária para sobreviver? Amamos os nossos valores e confiamos neles a ponto de defendê-los a qualquer custo? Respeitamos a nossa autodeterminação a ponto de defender nossas fronteiras e nossa soberania? Temos a coragem requerida para preservar nossa civilização dos ataques empreendidos por aqueles que desejam subvertê-la e destruí-la?”. Perguntas que devem ser feitas e respostas que devem ser encontradas por cada um de nós.

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 “São as pessoas comuns, não os poderosos, que formam o alicerce da liberdade e a pedra angular de nossa defesa” – disse Trump, em relação ao ocidente.

Diferentemente do que a mídia mainstream/globalista (ou fake News) evidencia, visto que essa – alienada da realidade e muito mais preocupada em atacar o Presidente Americano – prefere destacar um suposto “vácuo” da primeira-dama no líder americano (quando na verdade é cerimonial as primeiras damas se cumprimentarem primeiro), o discurso tem importância descomunal e pode se tornar um marco na história do mundo. Por quê? Bem, ao escancarar tanto os agentes do declínio ocidental, assim como acertar na solução para este enorme problema, Donald Trump se provou o líder necessário para a reconstrução da nossa civilização e convocou cada um de nós a engrandecer e fortalecer a nossa história, a nossa tradição, a nossa fé, os nossos valores e a nossa liberdade. Que seja o marco inicial do triunfo do mundo livre contra toda forma de tirania.

Você pode ver o discurso completo de Donald Trump, em Varsóvia, clicando aqui.