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Abre o Jogo – Globo mergulha de cabeça na ideologia de gênero com personagem “Trans homem gay” de A Força do Querer

A trama de Ivana (Carol Duarte), personagem da novela “A Força do Querer” da Rede Globo, entrou no clímax do conflito desenvolvido durante a história, nas últimas semanas. A personagem sempre foi retratada como alguém que tinha problemas de identificação com o próprio corpo, não se sentindo uma mulher. Nesse caminho, passou a desenvolver um sentimento de paixão para com Cláudio (Gabriel Stauffer), um amigo. Em um capítulo recente, a personagem buscou ajuda terapêutica para resolver sua situação, visto que buscava mudança no corpo, quando deparou com a seguinte explicação: “Você tem amigos que são homens e que são gays, não tem? As pessoas nascem homens ou nascem mulheres. Mas a sexualidade delas pode estar dirigida para pessoas do mesmo sexo ou para pessoas de sexo diferente. Homens e mulheres podem ser héteros ou podem ser gays!”. A seguir, a terapeuta vai além e diz: “Se você completar essa travessia, será um trans homem gay!”.

Primeiro temos uma explicação aceitável, com o binarismo que é uma ofensa para a patrulha progressista. Contudo, o problema vem no complemento. Ali percebe-se uma perversão total da realidade, quando temos uma mulher que gosta de homem, ou seja, a criação da mais antiga, simples e primordial relação da natureza, não pode mais ser entendida assim, pois, por questões ideológicas e “sentimentais” temos que revolucionar a realidade com termos modernos e politicamente corretos como “trans homem gay”. É tão difícil dizer mulher heterossexual? Para os iconoclastas do Século XXI, os mesmos que desprezam tudo o que há de bom, virtuoso e fundamental na civilização ocidental, parece que sim.

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Ivana (Carol Duarte) e Cláudio (Gabriel Stauffer).

Esse é um caso emblemático pois marca de forma escancarada o compromisso da Globo em cumprir um importante papel de mudança na mentalidade das pessoas, trazendo os absurdos conceitos da ideologia de gênero às temáticas centrais das novelas e moldando os valores e julgamentos da população que, em geral, ou não está nem aí para essa problematização chata e maçante da patrulha do politicamente correta ou repudia a mesma. A cartilha da Globo sempre foi o de cumprir a agenda progressista, percebia-se isso desde antes com a introdução lenta e gradual de personagens gays, ou mesmo de adolescentes e jovens cada vez mais adeptos a uma vida sexual precoce e de múltiplos parceiros. O contrário hoje é visto como antiquado, reacionário, “paleolítico”, além de outros adjetivos usados de forma pejorativa, muito também por esse trabalho da gigante de comunicação brasileira. Isto para não citar os trabalhos em outras áreas de “problematização”, sempre buscando promover a luta de classes e a quebra de uma autoridade ordeira.

Especificamente sobre o caso de Ivana, há um ponto muito importante a ser levantado: como o compromisso ideológico da Globo é tão grande que ela (muito provavelmente) sequer cogitou pensar em um valor artístico maior para sua obra. Isso por mero cumprimento de uma agenda política. Como assim? Vou dar um exemplo. Na história de Ivana, ela tinha esse problema de identificação com o próprio corpo, mas ao mesmo tempo está descobrindo que ama um rapaz de seu círculo social. Esse sentimento é recíproco. Uma ótima sugestão para o roteiro da trama seria passar uma mensagem sobre como a personagem passaria a aceitar e gostar de seu corpo através do amor, do carinho e do reconhecimento que seu parceiro teria com ela. Uma forma de recuperar uma pessoa que sofre de problemas psicológicos sérios, chegando ao ponto de não aceitar sua própria natureza. O amor de Cláudio para com Ivana faria a mesma ver o que antes ela rejeitava de uma forma diferente. Não seria uma mensagem muito mais bonita? Infelizmente, pela cegueira ideológica, sequer foi cogitada.

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É triste ver que o Brasil se tornou um país composto por uma maioria da população formada por pessoas imbecilizadas, como os incontáveis militantes de esquerda que chamam a Globo, a mesma que é a maior propagadora da agenda progressista no Brasil, de golpista. Esses imbecis negam o valor artístico puro da produção humana, colocando a ideologia acima de tudo e, quando essa ideologia é criticada, atacam em peso aqueles que denunciam seu totalitarismo ideológico. Sabemos que isso também está relacionado ao pensamento dialético da mentalidade revolucionária, mas quando a ideologia se espalha por todas as esferas de uma sociedade ao ponto de afetar profundamente até a arte, que deveria ser uma forma de eternizar os mais belos valores e sentimentos da natureza humana, o resultado é a destruição de toda a cultura e identidade do povo. As pessoas precisam entender que todas as mudanças sociais ocorrem por imposição lenta a gradual pensada por grupos de elite. A Revolução Francesa é o exemplo maior da história ocidental. E, enquanto não restaurarmos a nossa cultura e as nossas origens, o Brasil não irá melhorar.

Abre o Jogo – Donald Trump faz discurso histórico na Polônia e se estabelece como o grande líder da civilização ocidental

Donald Trump fez o mais emblemático discurso de sua ainda curta carreira política na última quinta-feira, dia 06 de julho de 2017, em Varsóvia na Polônia. Diante de uma multidão, o Presidente dos Estados Unidos da América foi enfático, preciso e conciso, diagnosticou o declínio sem precedentes da Civilização Ocidental e seus principais causadores, e ainda bradou as principais, e mais acertadas, maneiras de enfrentar o problema.

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Donald Trump fez discurso histórico em Varsóvia, capital da Polônia.

Não foi por acaso que o líder da América escolheu a Polônia como local para sua mensagem, visto que, talvez, nenhum povo tenha sofrido tanto com as consequências da mentalidade revolucionária como os polacos. Podemos lembrar facilmente tanto da opressão nazista quanto da tirania soviética como os mais notáveis exemplos. Apesar da história repleta de sangue dos poloneses, Trump foi enfático em exaltar aqueles que lutaram pelos valores que os definem até hoje.

Valores como a defesa da família, da honra, da lei, da fé cristã e da liberdade fazem da Polônia um exemplo a todo o ocidente, sendo um símbolo europeu quase solitário na luta contra os inimigos internos (leia-se os burocratas da ONU) e os externos (o bloco Russo-Chinês e o califado Islâmico) da Civilização Ocidental. E, como bem disse Trump, é a razão maior do triunfo polonês e de sua prosperidade atual.

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Mapa registra localidades onde houve atentados terroristas nos últimos 10 anos. Em azul, destaque para a Polônia, país com fronteiras fortes e forte valorização de sua cultura e tradição, sem nenhum registro de ataque.

Donald Trump evidenciou que o declínio ocidental acontece devido a um inimigo não aparente “a constante sutileza da burocracia governamental que drena a vitalidade e a riqueza das pessoas”. Ao reafirmar que o establishment globalista é o maior inimigo da civilização ocidental, Trump já emenda dizendo que é papel do ocidente preservar a cultura, a fé e a tradição que formaram toda a nossa civilização, não permitindo que os inimigos internos e externos minem nossa identidade, nossa coragem e nosso espírito.

Nas palavras do Presidente dos EUA está a importância de conhecermos o nosso passado, como civilização ocidental, para construirmos melhor nosso futuro: “Nossos adversários estão condenados porque nunca nos esqueceremos de quem somos. Se não nos esquecemos de quem somos, não podemos ser conquistados… O mundo nunca conheceu nada como a nossa comunidade de nações. Nós escrevemos sinfonias, buscamos inovação, valorizamos o Estado de Direito, protegemos a liberdade de expressão, posicionamos nossas mulheres como pilares da nossa sociedade e de nosso sucesso. Colocamos a fé e a família no centro de nossas vidas, não o governo. Debatemos tudo, discutimos tudo e buscamos saber todas as coisas para que possamos nos conhecer melhor… O que herdamos de nossos antepassados nunca existiu nessa dimensão antes. E se falharmos em preservar isso, nunca mais existirá de novo.”.

Donald Trump ainda disse que a sobrevivência do Ocidente não depende apenas de poder militar ou da riqueza econômica, mas também (e principalmente) do fortalecimento de nossas famílias e de nossos valores. Também questionou: “Nossa civilização tem a disposição necessária para sobreviver? Amamos os nossos valores e confiamos neles a ponto de defendê-los a qualquer custo? Respeitamos a nossa autodeterminação a ponto de defender nossas fronteiras e nossa soberania? Temos a coragem requerida para preservar nossa civilização dos ataques empreendidos por aqueles que desejam subvertê-la e destruí-la?”. Perguntas que devem ser feitas e respostas que devem ser encontradas por cada um de nós.

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 “São as pessoas comuns, não os poderosos, que formam o alicerce da liberdade e a pedra angular de nossa defesa” – disse Trump, em relação ao ocidente.

Diferentemente do que a mídia mainstream/globalista (ou fake News) evidencia, visto que essa – alienada da realidade e muito mais preocupada em atacar o Presidente Americano – prefere destacar um suposto “vácuo” da primeira-dama no líder americano (quando na verdade é cerimonial as primeiras damas se cumprimentarem primeiro), o discurso tem importância descomunal e pode se tornar um marco na história do mundo. Por quê? Bem, ao escancarar tanto os agentes do declínio ocidental, assim como acertar na solução para este enorme problema, Donald Trump se provou o líder necessário para a reconstrução da nossa civilização e convocou cada um de nós a engrandecer e fortalecer a nossa história, a nossa tradição, a nossa fé, os nossos valores e a nossa liberdade. Que seja o marco inicial do triunfo do mundo livre contra toda forma de tirania.

Você pode ver o discurso completo de Donald Trump, em Varsóvia, clicando aqui.

Abre o Jogo – O mundo abraça a Chapecoense

O mundo foi surpreendido neste dia 29/11/2016 com a trágica notícia da queda do avião que culminou na morte de jogadores, membros da comissão técnica e outros componentes da delegação da Associação Chapecoense de Futebol. Profissionais da imprensa do rádio brasileiro, da FOX Sports Brasil e da Rede Globo, além de empregados da empresa responsável pelo voo que também estavam entre as vítimas. O clube modesto, mas extremamente sério, profissional e competente em sua gestão, chegava pela primeira vez à final da Copa Sul Americana, representando o Brasil em sua primeira final internacional. A glória máxima do alviverde catarinense enquanto instituição de futebol.

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Brasil amanheceu de luto após tragédia na Colômbia.

A tragédia, a maior da história do futebol mundial, foi capaz de gerar uma corrente de solidariedade como nunca se viu antes na história do futebol. Mensagem de clubes, jogadores, profissionais de imprensa e diversas pessoas e personalidade de diferentes segmentos pelo mundo, rapidamente se prestaram a deixar suas homenagens ao clube de Santa Catarina e às vítimas e seus familiares. O mais incrível de tudo foi ver a grande quantidade e a velocidade com que as pessoas e as ideias solidárias se espalharam. As camisas oficiais da Chapecoense se esgotaram em todas as principais lojas onlines do Brasil. A CONMEBOL logo suspendeu a fina da competição sul americana e os jogadores do Atlético Nacional de Medellín, adversário na final, chegaram a solicitar que a instituição organizadora do torneio declarasse a Chapecoense como campeã da competição!

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Escudo da Chapecoense, em luto, se tornou o escudo de todos os clubes brasileiro no dia de hoje.

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) logo agiu, adiando em uma semana a final da Copa do Brasil e a última rodada do Campeonato Brasileiro, decretando luto oficial de 7 dias no futebol brasileiro. O Palmeiras, atual campeão nacional, se prontificou a jogar a última partida da competição com o uniforme do alviverde de Chapecó. Clubes do Brasil e até estrangeiros, como oBenfica, se solidarizaram em emprestar atletas para a Chapecoense. Em nota, os clubes brasileiros se uniram para pedir que o time do oeste de Santa Catarina não seja rebaixado nas próximas três edições do Campeonato Brasileiro. Confira, na íntegra a nota, logo abaixo.

A corrente dos clubes brasileiros é algo notável, visto que no futebol brasileiro os dirigentes e os torcedores costumam olhar sempre para seus próprios interesses, sendo egoístas em muitas vezes. Pouco se viu um ato de nobreza e de união tão forte como o que presenciamos após essa tragédia. Um exemplo que simboliza bem essa união: todos os grandes clubes brasileiros trocaram suas fotos em redes sociais por fotos do escudo da Chapecoense em luto. O Corinthians, que habitualmente tem aversão à cor verde pela rivalidade com o Palmeiras, colocou a cor como plano de fundo do site, em homenagem ao time catarinense.

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Site oficial do Corinthians com a capa em verde e a tag #ForçaChape em homenagem à ACF.

O que podemos destacar de positivo em toda essa tragédia é que, apesar de vivermos num mundo onde o ódio e as guerras parecem crescer cada vez mais, enquanto o respeito, o amor, a solidariedade e a bondade parecem cada dia mais escassos, os bons ainda são maioria! Que nos sirva de consolo! Que as famílias das vítimas recebam o conforto de Deus e que a Chapecoense possa se reerguer e continuar encantando o Brasil e mundo!

Nota oficial dos dirigentes dos clubes brasileiros à CBF:

NOTA OFICIAL

Neste momento de perda e de profunda tristeza, nós, presidentes dos clubes brasileiros que publicam essa nota, gostaríamos de manifestar nossos mais sinceros sentimentos de pesar e solidariedade à Associação Chapecoense de Futebol e seus torcedores, e em especial às famílias e amigos dos atletas, comissão técnica e dirigentes envolvidos na tragédia ocorrida na madrugada desta terça-feira (29).

Mesmo cientes dos prejuízos irreparáveis provocados por este terrível acontecimento, os Clubes entendem que o momento é de união, apoio e auxílio à Chapecoense.

Neste sentido, os Clubes anunciam Medidas Solidárias à Chapecoense, que consistirão, dentre outras, em:

(i) Empréstimo gratuito de atletas para a temporada de 2017; e
(ii) Solicitação formal à Confederação Brasileira de Futebol para que a Chapecoense não fique sujeita ao rebaixamento à Série B do Campeonato Brasileiro pelas próximas 3 (três) temporadas. Caso a Chapecoense termine o campeonato entre os quatro últimos, o 16o colocado seria rebaixado.

Trata-se de gesto mínimo de solidariedade que se encontra ao nosso alcance neste momento, mas dotado do mais sincero objetivo de reconstrução desta instituição e de parte do futebol brasileiro que fora perdida hoje.

#ForçaChape” 

 

O site do UOL fez uma lista com 12 gestos nobres de solidariedade para com a Chapecoense, clique aqui para conferir.

Abre o Jogo – LeBron James, The King!

Após o título de MVP, juntamente com o título da NBA na temporada 2014-15, Stephen Curry se afirmou como um expoente do Basquete mundial. Com grandes méritos conduziu o Golden State Warriors a uma campanha arrasadora na temporada regular de 2015-16, com a incrível marca de 73 vitória e 9 derrotas, quebrando o recorde do histórico Chicago Bulls de Michael Jordan, em 1995-96, de 72 vitórias e 10 derrotas. Todos esse números e as grandes atuações chamaram os holofotes e, para muitos, Curry era indubitavelmente o melhor jogador do planeta. E quanto a LeBron James?

LeBron James ganhou o apelido de “King James” não por acaso. Um verdadeiro fenômeno desde que estreou na NBA, em 2003, é amplamente reconhecido como o melhor jogador do mundo há quase uma década! Apesar de atuar como ala, desempenha todas as funções em quadra com nível próximo da excelência. Atualmente com mais de 26.000 pontos e com um considerável tempo de carreira restante, tem tudo para se tornar um dos maiores pontuadores da história da NBA.

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King James, em ação pelo Cleveland Cavaliers, contra o Golden State Warriors

Pois bem, King James, estrela maior do basquete mundial, ofuscado pela brilhante temporada de Stephen Curry e do Golden State Warriors. Continuaria assim?

Quis o destino que o Golden State Warriors e Cleveland Cavaliers repetissem a final da NBA da temporada 2014-15. Era a chance de King James se redimir e trazer o primeiro título da história da NBA à sua cidade natal, Cleveland.  E não poderia ser de um jeito mais espetacular! Depois de estar perdendo a série por 3-1, os Cavaliers acordaram na série, e com atuações monstruosas de King James, viraram a final e sagraram-se campeões! Pela primeira vez na história um time virava uma série depois de sair perdendo por 3-1.

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Com triplo-duplo no jogo 7, Lebron James foi eleito o MVP das Finais da NBA 2016.

É digno de nota as brilhante atuações de Kyrie Irving nas finais, um show a parte. Uma nota também aos outros jogadores do Cleveland Cavaliers, afinal ninguém faz nada sozinho, nem mesmo um rei. A final da NBA reafirmou o que muitos já sabiam, e alguns pareciam esquecidos: LeBron James é o rei do basquete atual. Restou ao time do Golden State Warrior, e Stephen Curry, se curvarem perante The King James, o rei que mostrou merecer todo o respeito do mundo.

Abre o Jogo – A cidadania e a fragmentação social no Brasil

Embora as últimas postagens da categoria “Abre o Jogo” tenham sido sobre futebol, ela não existe apenas para tratar sobre o mesmo, ou tampouco para falar apenas sobre esporte de uma forma geral. Aliás, se repararem bem, o primeiro post da categoria é sobre música. Quando criamos essa categoria, o objetivo era expor opiniões de forma crítica, trazendo à tona a discussão sobre algum tema, levantando novas ideias, expandindo conceitos e disseminando cultura e conhecimento. A ideia sempre foi “abrir o jogo” para que discussões e conhecimentos sejam gerados e disseminados.

Antes de partir para o tema principal quero deixar claro que este blog não tem objetivo de discutir política e posições partidárias. No entanto, observar o cotidiano, discutir, aprender e se divertir com ele sempre foi uma de nossas pautas. Com este texto quero apenas trazer uma reflexão sobre o nosso cotidiano atual e a grave crise política, moral e social que vivemos. Então, vamos lá?

O Brasil vive um momento de segregação como há muito tempo não se via. A sociedade está dividida em vários grupos que lutam por direitos e representatividades que julgam serem merecedores. Até aí tudo bem, afinal que mal há em lutar pelos seus direitos? A constituição nos dá este respaldo, então nada mais justo, certo? Mais ou menos.

O grande problema da atual luta por direitos é que ela acontece de forma totalmente desequilibrada. No cenário atual, ela gera muito mais malefícios do que benefícios. Não é por acaso que cresce cada vez mais o discurso de ódio, a intolerância, a violência, a deturpação da moral, a falsidade e a crise social como um todo. Percebem que isso não faz bem para o Brasil? Que uma sociedade fragmentada é ruim para uma nação?

Como ilustração do atual cenário (quando digo atual não é somente neste ano, mas sim nos últimos 5 anos), socialmente e moralmente em ruínas, temos a educação brasileira, comprovadamente uma das piores no mundo inteiro. Porque a educação brasileira é tão ruim? O que faz com que nossos alunos não tenham um bom desempenho e se formem com baixo conhecimento, péssimo raciocínio crítico, pouco respeito para com o próximo e uma péssima noção sobre cidadania? Investimentos péssimos em educação, professores que não são bem remunerados e, também por isso, não são engajados como deveriam, são alguns dos principais fatores. Porém, há outro que pouco se fala e é crucial: a elucidação e reafirmação contínua dos deveres do cidadão.

O grande problema de toda a luta por direitos que extrapola no nosso cotidiano e desencadeia o atual cenário brasileiro, próximo do caótico, é que as pessoas esquecem que além do direito elas também possuem deveres. Um problema que se tornou cultural, infelizmente. Hoje, os brasileiros querem batalhar por seus direitos, afinal assim eles foram ensinados. Contudo, quantos deles têm a total compreensão dos direitos do outro? Vou mais além: qual a porcentagem deles compreende e cumpre seus deveres antes de cobrar pelos seus direitos? A escola ensina isso? Os pais ensinam isso? Não tanto como deveriam. Isto porque a nossa cultura atual entende que os cidadãos têm apenas direitos. Um erro brutal que reflete a crise social que o país atravessa.

É dever do cidadão, previsto em lei, por exemplo, respeitar os direitos sociais de outras pessoas, logo quando lutamos pelos nossos direitos, não devemos nunca ultrapassar a linha tênue do direito da outra pessoa. É dever também do cidadão educar, respeitar e proteger nossos semelhantes, logo não devemos difamar, pregar discursos de ódio e muito menos qualquer tipo de violência ou enganação contra nenhuma pessoa. Quantos cumprem esses deveres primordiais? Pouquíssimos, para não dizer ninguém. Não é por acaso que vivemos esta crise social.

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Equilíbrio entre direitos e deveres: por um Brasil melhor.

Para concluir, e antes que venham dizer que estou pregando uma utopia e que na prática isso jamais será possível, tente começar fazendo a sua parte. Antes de gritar por aí seus direitos, pense bem: “Estou cumprindo meus deveres?”. A cidadania se faz por esses dois pilares, e enquanto não houver um equilíbrio entre eles, ou seja, enquanto as pessoas não pararem de lutar pelos seus direitos e negligenciarem seus próprios deveres, a crise social que está implantada dificilmente diminuirá. É preciso sim lutar pelos direitos, mas é imprescindível que cada um tenha a plena consciência também de seus deveres. Por um país melhor.

Abre o Jogo – Obrigado, Kobe!

O esporte é capaz de mover multidões, criar histórias de superação e amor eternizadas e formar ídolos e exemplos para milhões de pessoas. Lendas, mitos, ícones, gênios, heróis. Muitos podem receber tais identificações, mas poucos são grandes o suficiente para que tudo isso pareça pequeno diante de seu próprio nome. Um deles certamente é Kobe Bryant.

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Kobe Bryant fez seu último jogo na carreira.

Kobe encerrou, às 2h00 da madrugada de 14 de abril de 2016, a sua brilhante carreira. E foi uma noite mágica! Mesmo aos 37 anos de idade e com o corpo já claramente debilitado, o astro dos Los Angeles Lakers teve atuação impecável, fez 60 pontos na vitória por 101 x 96 sobre o Utah Jazz e bateu o record de pontos de um jogador na temporada (a marca anterior era de 59 pontos de Anthony Davis)! Um final digno de cinema, um roteiro de epopeia! Uma história digna de Kobe Bryant!

Kobe, que escrevera uma carta há alguns meses declarando seu amor ao basquete e a tudo que o esporte e os fãs lhe proporcionara, mostrou, ontem, da maneira mais linda o tamanho desse amor e do respeito para com o esporte e com fãs. Tudo grandioso, tudo perfeito, tal como somente um herói poderia fazer. Nas palavras dele depois do jogo, a evidência do caráter e honra de um homem, e de um pai, que é um exemplo admirável:

– Obrigado a todos pelo carinho. Foi inesquecível. Vocês moram no fundo do meu coração. Muito obrigado por tudo o que vocês fizeram. Não só hoje como em toda a minha carreira. Um final perfeito seria com um campeonato. Mas essa noite voltando a jogar bem e proporcionando pela última vez um momento assim a todos me deixa muito feliz.O mais legal para mim foi que os meus filhos realmente me viram jogar como eu costumava jogar.

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Festa de despedida e homenagens à Kobe Bryant após término do jogo.

Depois de tudo que Kobe fez ontem, não resta dizer mais nada. Basta fazer como o mundo fez ontem, da maneira mais simples e mais sincera possível. Só resta agradecer: Obrigado, Kobe!

Abre o Jogo – Davi, Wendell Lira e o Leicester City

A maior surpresa do momento no futebol mundial é o Leicester City Football Club. De quase rebaixado na última temporada e principal candidato ao rebaixamento na atual, o Leicester é líder isolado da badalada Premier League e, a cada rodada, a equipe se aproxima cada vez mais do título inglês e da entrada definitiva para a história. Mas afinal, qual é o tamanho do feito dos “Foxes”?

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Shinji Okazaki, Jamie Vardy e Riyad Mahrez: o trio de ataque do Leicester.

O Leicester é um time pequeno da Inglaterra, mais um dos tantos que tem como realidade a alternância entre a primeira e segunda divisão ao longo da história. Um número que ilustra bem isso é o tempo do time na segunda divisão nos últimos anos. Para ser mais preciso o Leicester passou 10 anos na segunda divisão, entre as temporadas de 2003-04 e 2013-14. Sagrou-se campeão da Championship em 2013-14 e retornou a Premier League desde então. No ano seguinte uma arrancada histórica nas últimas rodadas e a fuga do rebaixamento praticamente certeiro. Começou a temporada 2015-16 como o mais desacredito time da primeira divisão. Contudo, um milagre aconteceu, ou melhor, acontece diante de nossos olhos.

A história do Leicester lembra outra que ocorreu também este ano: a história de Wendell Lira. Quando Wendell foi indicado ao prêmio Puskas de gol mais bonito do ano, pouquíssimos acreditaram que ele poderia chegar à final. Ele chegou, e mais do que isso, venceu a disputa contra ninguém menos que o “gigantesco” Lionel Messi, melhor jogador de futebol do mundo. O rapaz que chegou a ficar desempregado, vendendo salgados junto da própria mãe, ganhava o prêmio de gol mais bonito do ano jogando pelo Goianésia, no Campeonato Goiano. História daquelas que só o futebol pode proporcionar.

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Wendell Lira discursa após receber o Prêmio Puskas.

Ao receber o prêmio, Wendell discursou da seguinte maneira: “Queria, primeiramente, agradecer a Deus por este momento único na minha vida. Poder estar aqui conhecendo grandes jogadores que são meus ídolos, que eu conhecia só de videogame e hoje estou aqui conhecendo pessoalmente. Queria agradecer muito à minha família, à nação brasileira que votou em mim, à minha esposa e minha filha, que são tudo para mim. Minha filha Marcela está em casa esta hora. Queria deixar uma passagem bíblica. Quando Golias apareceu, todo mundo olhava para ele e falava: ‘ele é muito forte. Ele é muito grande, não tem como ganhar dele’. E Davi, quando olhou para Golias, disse: ‘ele é muito grande, não tem como errar’. E assim temos de lidar com nossos problemas diários na nossa vida. Assim, agradeço a todos. Muito obrigado.”.

O brilhante discurso de Wendell Lira ilustra sua própria jornada, nos faz lembrar de outras histórias e sintetiza muito do que acontece com o Leicester. Afinal, quem imaginaria que o pequenino time azul poderia vencer os gigantes e endinheirados clubes do Campeonato Inglês? Quem imaginaria um roteiro tão épico quanto esse que escreve o Leicester na história do futebol? Não é pra menos que a história dos “Foxes” é chamada de “conto de fadas”. Poderia ser também um épico bíblico, digno de um Davi e Golias.

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Claudio Ranieri é o comandante do Leicester. Curioso é que o técnico colecionava fracassos e ressurgiu com o milagre dos “Foxes”.

O fato é que o feito do Leicester é a epopeia do futebol atual e uma das incríveis histórias que o esporte pode tornar realidade. Mais do que isso, torna-se juntamente com a história de Wendell Lira, e também a história de Davi e Golias, um exemplo admirável para a vida. Para nós, pessoas buscando sonhos e enfrentando problemas diários, uma lição de vida para aprendermos a não desistir jamais de lutar e confiar sempre na vitória, não importando o tamanho da dificuldade enfrentada.

Aqueles que, excetuando torcedores do Tottenham e do Arsenal, torcem contra o Leicester, pensem melhor. A vitória do pequeno time inglês será um épico que jamais se perderá, que será gravado para sempre na memória das pessoas e, sobretudo, mostrará mais uma incrível história de superação e de certeza que sonhos podem se tornar realidade, basta acreditar e lutar por eles. Que vença o Leicester pelo bem do futebol, do esporte, dos nossos sonhos e da vida.

Abre o Jogo – Até onde vai Diego Simeone com o Atlético de Madrid?

O Atlético de Madrid passou a brigar de igual pra igual com Barcelona e Real Madrid na Espanha. Não só isso, muitas vezes o time de Diego Simeone supera os gigantes espanhóis. Um feito e tanto para um time com investimentos e mídia largamente inferiores. Mas de onde os Colchoneros tiram forças para acompanhar os estrelados rivais? E qual é o segredo desse sucesso?

Alcançar a fórmula do sucesso não é uma tarefa fácil, pois é um processo que envolve muitas variáveis. No caso do Atlético de Madrid, podemos até citar alguns fatores importantes como a boa gestão do time na compra e venda de jogadores, o ótimo trabalho do clube em olhar mercados menores e fazer contratações de atletas baratos e que dão ótimos resultados em longo prazo, além do investimento chinês feito recentemente no clube. Contudo, é inegável que o maior nome do sucesso do Atlético é Diego Simeone.

Diego Simeone Atletico Madrid

Simeone chegou ao Atlético como treinador em 2011.

Simeone jogou no Atlético de Madrid entre 1994 e 1997, retornando entre 2003 e 2005. Nessas duas passagens virou ídolo da torcida por sua garra, alta capacidade de marcação e extrema dedicação em campo. Em 2011, assumiu o comando técnico do time e desde então colocou os Colchoneros novamente entre os grandes, não só da Espanha, como de toda a Europa. Campeão da UEFA Europa League em 2011-12, da Supecopa da UEFA em 2012, da Copa do Rei 2012-13 (em cima do rival Real Madrid) e do Campeonato Espanhol 2013-14, onde o Atlético fez a maior pontuação de sua história em La Liga (88 pontos). Ainda na temporada 2013-14, chegou a final da UEFA Champions League após 41 anos, enfrentando o rival Real Madrid, mas perdendo o título ao sofrer um gol no último minuto. Depois ainda ganhou a Supercopa da Espanha em 2014.

Após todas essas conquistas, o Atlético estava novamente firmado como um dos principais times do mundo. Com os holofotes apontados, os gigantes endinheirados viraram os olhos para os Colchoneros e um verdadeiro desmanche estava anunciado. Como Simeone iria se virar? Todos davam como certa a queda do Atlético, o time não conseguiria mais acompanhar Barcelona e Rela Madrid, mas não foi o que aconteceu.

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Atlético de Madrid de Simeone foi campeão espanhol na temporada 2013-14

Terceiro colocado em La Liga 2014-15, o Atlético foi eliminado da UEFA Champions League daquela temporada pelo rival Real Madrid, em dois jogos equilibrados, em que o Real venceu o segundo por 1 x 0, após empate sem gols no primeiro jogo. Antes do jogo, o Atlético sustentava um tabu de nove jogos sem perder para o rival, a maior marca das últimas décadas do clube.

Após uma boa temporada, em meio a reformulações e tudo mais, o Atlético voltou com tudo na atual temporada. Após um começo um pouco irregular, o time virou o turno do Campeonato Espanhol na liderança, tem a melhor defesa da competição com incríveis 11 gols sofridos em 26 partidas e joga com uma regularidade incrível. Presente nas oitavas da Champions League, o clube segue vivo na busca pelo sonhado título máximo da Europa. É possível? Plenamente.

Toda a história recente do Atlético já seria notável independente de quais ligas ele disputasse, mas no seu caso específico, é ainda mais surpreendente porque o time enfrenta Barcelona e Real Madrid. Claro que não passa de especulação, mas o desempenho recente desses times na Champions League levam a crer que eles dificilmente seriam batidos em outras ligas, que não, a espanhola. Logo, a performance dos Colchoneros é ainda mais relevante.

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O Atlético subiu de patamar com Diego Simeone.

Simeone é o principal responsável por esse desempenho? Obviamente sim. Os números evidenciam, mas a filosofia de jogo do Atlético é ainda mais assustadora quando devidamente observada. Um time totalmente reformulado e que consegue manter um padrão de jogo com um nível de entrega e competitividade absurdo. Saem jogadores, novos chegam, o entrosamento continua, a garra continua, a coletividade permanece, o sistema defensivo é coeso ao ponto de atingir níveis quase intransponíveis e o espírito é o mesmo há quase cinco anos. A alma de Simeone está no jogo Colchonero e isso o faz ainda mais ídolo da torcida!

O Atlético de Madrid já é um rival a altura de Barcelona, de Real Madrid e de qualquer time na Europa, isso é fato. Vai ganhar sempre? Obviamente não. Não se pode ganhar todas. O certo é que o time vai competir, vai lutar e vai chegar, tal como o espírito de seu treinador. Duvidar da força do Atlético já está fora de questão. Agora, a pergunta que fica é a seguinte: Até onde vai Diego Simeone? Não podemos saber. Sabemos que a idolatria da torcida Diego já tem e, caso ele não saia do Atlético para assumir a seleção argentina ou o Chelsea (como se especula em alguns lugares), pode ir longe, muito longe. Quem sabe podemos ver surgir um Alex Ferguson na Espanha? O futebol agradeceria.

Abre o Jogo – Porque Jürgen Klopp tem tudo para dar certo no Liverpool

Todo mundo já sabe que Jürgen Klopp foi anunciado como treinador do Liverpool e a expectativa gerada é altíssima. Agora, você sabe por quê? Tentarei explicar brevemente nesse texto porque Jürgen Klopp e o Liverpool tem tudo para dar certo!

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Klopp deixou o Borussia Dortmund no fim da temporada passada e assinou com o Liverpool esse mês.

Antes da chegada de Klopp ao Dortmund, o clube vivia por um período de instabilidade e frequentava sempre o meio da tabela da Bundesliga. Com sua chegada e uma grande reformulação, promoveu o clube ao protagonismo no futebol alemão novamente. A era Jürgen Klopp no Borussia Dortmund durou 8 anos, entre 2008 e 2015. Por lá o treinador se tornou ídolo, após conquistar duas vezes a Bundesliga (2010-11, 2011-12), uma vez a Copa da Alemanha (2011-12), três vezes a Supercopa da Alemanha (2008, 2013, 2014) e levar novamente o BVB à final da UEFA Champions League na temporada 2012-13. Com muito carisma e competência, Klopp conquistou a fanática torcida aurinegra e saiu de lá como ídolo e muita identificação com o clube.

kloppdespedidabvbMuralha Amarela fez um grande mosaico na despedida de Jürgen Klopp. Na frase: “Obrigado Jürgen” em alemão.

Dentre todos os clubes da Europa talvez o Liverpool seja o que tem mais coincidências com o Borussia Dortmund em termos de história, torcida e filosofia de trabalho. O gigante inglês nasceu de um desentendimento entre a direção do Everton e o seu Presidente, que era dono do terreno de Anfield onde o Everton jogava. Assim, em 1892 o Everton foi jogar em Goodison Park, enquanto o presidente fundou um clube para jogar em Anfield. Nascia assim o Liverpool. Já o Dortmund nasceu de uma reunião de um grupo de jovens que estavam insatisfeitos com os padres da comunidade religiosa onde jogavam futebol, pois estes não costumavam ser muito simpáticos com os atletas. Assim, resolveram fundar uma nova agremiação que lhes agradassem. Nascia o Borussia Dortmund. Ambos os clubes surgiram após desentendimentos e foram frutos de uma resposta às outras pessoas.

Anfield Road

Anfield Road lotado em jogo do Liverpool.

A torcida do Liverpool é reconhecidamente uma das mais apaixonadas torcidas da Inglaterra e também uma das que mais apoiam seu time. O estádio Anfield Road tem capacidade para 45.276 torcedores e a média dos “Reds” é 44.652, o que significa uma taxa de ocupação de 98, 62% o que beira os 100%. Não atrás, muito pelo contrário, o Borussia Dortmund tem a maior média de público do mundo 80.297, sendo que o Signal Iduna Park tem capacidade para 80.552, o que nos leva a absurda taxa de ocupação de 99,68%. No Westfalenstadion (antigo nome do estádio do BVB) está também a maior geral da Europa, a famosa Muralha Amarela, onde ficam 20 mil pessoas em pé, apoiando o time o tempo todo.

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Foto da Muralha Amarela e torcedor segurando faixa com “You’ll Never Walk Alone”.

Como se não bastassem as apaixonadas torcidas, elas também adotaram o mesmo hino e lema. You’ll Never Walk Alone (Você Nunca Andará Sozinho) é originalmente uma música composta por Richard Rodgers e Oscar Hammerstein II para um musical de 1945, Carousel. A canção foi incorporada ao Liverpool nos anos 60 e desde então é um dos símbolos maiores do clube. A célebre frase está presente hoje no brasão do clube e no portão de entrada do Anfield Road. Posteriormente a canção também foi incorporada pela torcida aurinegra e é entoada pela Muralha Amarela e toda a torcida aurinegra em praticamente todos os jogos do time.

YNWA1Portão de Anfield Road recepciona os torcedores do Liverpool com a célebre frase “You’ll Never Walk Alone”.

Outra semelhança notável é que tanto o Liverpool quanto o Dortmund são extremamente identificados com as cores do clube e ambos têm como maiores rivais clubes azuis, sendo o Everton e o Schalke 04 os rivais de Liverpool e do Dortmund, respectivamente.

Klopp x Gerrard

Na última vez que esteve em Anfield, ainda no Borussia Dortmund, Klopp fez o mesmo gesto que Gerrard, grande ídolo dos Reds, fez em sua despedida.

Jürgen Klopp chega ao Liverpool e encontra o clube num momento muito parecido com o que viu em Dortmund quando lá iniciava seus trabalhos. Esta é mais uma dessas coincidências e cabe ao treinador alemão repetir os feitos que conseguiu em Dortmund e assim trazer novamente o gigantesco Liverpool Football Club ao protagonismo no futebol inglês e europeu. A expectativa é enorme, carisma e competência Klopp já mostrou que tem de sobra, o histórico e as coincidências também estão do seu lado. Vamos esperar pra ver o desenrolar desse casamento que já se mostra com um final feliz antes mesmo da primeira semana.

Abre o Jogo – As 25 Melhores Músicas de Todos os Tempos

Ei você, sabe quais são as 25 melhores músicas de todos os tempos? Tem uma lista em mente? Já pensou em fazer? Bora conferir essa aqui.

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Em 2006, a revista Rolling Stone elaborou uma lista com as 500 melhores músicas de todos os tempos. Para elaborar a lista, a revista a Rolling Stone EUA solicitou a um júri de 162 pessoas uma seleção das melhores canções já produzidas. Entre os ilustres eleitores, estão nomes como Yoko Ono, Ozzy Osbourne, Slash, Jakob Dylan, Lenny Kravitz, Will.i.am, James Hetfield e Lars Ulrich (ambos do Metallica), os produtores Rick Rubin, Butch Vig e integrantes do Coldplay, Strokes, Rage Against the Machine, Devo, Ramones, Black Crowes e Kings of Leon.

Confira aqui abaixo as 25 melhores:

1. “Like a Rolling Stone” – Bob Dylan
2. “(I Can’t Get No) Satisfaction” – The Rolling Stones
3. “Imagine” – John Lennon
4. “What’s Going On” – Marvin Gaye
5. “Respect” – Aretha Franklin
6. “Good Vibrations” – The Beach Boys
7. “Johnny B. Goode” – Chuck Berry
8. “Hey Jude” – The Beatles
9. “Smells Like Teen Spirit” – Nirvana
10. “What I’d Say” – Ray Charles
11. “My Generation” – The Who
12. “A Change is Gonna Come” – Sam Cooke
13. “Yesterday” – The Beatles
14. “Blowin’ in the Wind” – Bob Dylan
15. “London Calling” – The Clash
16. “I Want to Hold Your Hand” – The Beatles
17. “Purple Haze” – The Jimi Hendrix Experience
18. “Maybellene” – Chuck Berry
19. “Hound Dog” – Elvis Presley
20. “Let It Be” – The Beatles
21. “Born to Run” – Bruce Springsteen
22. “Be My Baby” – The Ronettes
23. “In My Life” – The Beatles
24. “People Get Ready” – The Impressions
25. “God Only Knows” – The Beach Boys

Para conferir as outras posições e saber um pouco mais sobre essa eleição, dá uma conferida aqui.

E então o que achou da lista? Comenta aí, monte sua lista também e compartilhe conosco!