Arquivo mensal: dezembro 2015

Top X – 5 Grandes Hits Musicais Que Você Deveria Conhecer Melhor

Esta é a seção Top X, onde elaboramos um Top que pode ser sobre os mais diversos assuntos. A letra X no título é propositalmente uma incógnita, pois poderemos fazer um Top com qualquer valor.

Existem incontáveis músicas compostas durante a história, muitas delas de excelente qualidade. Infelizmente, muitas bandas e canções magníficas nunca chegam ao topo das paradas musicais, outras tantas jamais saem do cenário underground. Contudo, temos as exceções, composições geniais que superaram essas barreiras e estão entre as mais populares da história da música.

Enfim, o objetivo dessa lista é citar alguns desses grandes hits e tentar ir além do simples ouvir, dançar e/ou cantarolar, buscando um entendimento maior sobre o que a música em si nos fala, que ideias e conceitos ela expressa e o quão impactante historicamente e socialmente foi e ainda se faz. Então, chega de enrolação e vamos à lista.

5 – Whatever, por Oasis

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“Whatever” é uma canção da banda de rock britânica Oasis. Ausente dos álbuns de estúdios oficiais da banda, foi lançada como single avulso em 1994, e posteriormente alocada como décima primeira faixa do disco 2 da coletânea Time Flies… 1994-2009 de 2010. A canção é uma das mais marcantes da banda.

“Whatever” é uma canção simples, de melodia e acordes despretensiosos e letra clara, objetiva, impactante e amplamente identificável. A composição é um autêntico grito por liberdade, mais do que isso uma aclamação pela autonomia do ser humano.

Apesar de repetir e de ser enfática em frisar e autonomia das pessoas, a canção vai além em trechos como “Sempre me parece que você só vê o que as pessoas querem que você veja” e “Quanto tempo vai levar antes de entrarmos no ônibus e por nada você censurar a si mesmo? Não custa muito.”, mostrando uma faceta mais dura ao questionar a censura presente não só por parte da sociedade como por parte de nós mesmo. Assim, a composição mostra-se madura e profunda também ao evidenciar nossos valores, nosso posicionamento crítico e nossa ideia de liberdade, de uma maneira muito mais ampla e engenhosa.

4 – Like a Rolling Stone, por Bob Dylan

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“Like a Rolling Stone” é uma canção de 1965, escrita e composta por Bob Dylan, sendo até hoje a principal composição do álbum Highway 61 Rivisited e da carreira de Dylan como um todo. Em 2006, “Like a Rolling Stone” foi eleita a maior canção de todos os tempos pela revista Rolling Stone, evidenciando a grande importância cultural que a composição atingiu ao longo dos anos.

A canção é considerada um marco pois, ao contrário das músicas de sua época, que cultuavam o amor, a letra de Bob Dylan expressa amargura e vingança. A descrição de uma mulher que caiu numa desgraça sem fim, tornando-se nada após ter tudo roubado por “seu diplomata”, como citado no trecho:

“Você costumava cavalgar o cavalo cromado com seu diplomata,

Que carregava em seu ombro um gato siamês.

Não foi difícil quando você descobriu que

Ele realmente não era o que aparentava ser

Após ter te roubado tudo o que podia?”

A letra é muito forte, Bob Dylan faz questão de lembrar a mulher de uma forma acintosa e agressiva, como era sua vida antes e como ela não passa de nada agora. Trechos como “Você costumava rir de todos que vadiavam a sua volta. Agora você não fala tão alto, agora você não parece tão orgulhosa tendo que roubar sua próxima refeição.” e “Quando você não tem nada, você não tem nada a perder. Você está invisível agora, você não tem mais segredos a ocultar”, são brilhantes por ressaltar a vida anterior da mulher, elevando seu status quo somente para jogá-la do mais alto possível ao trazer sua realidade de volta à tona.

O refrão é brilhante e sintetiza a miserável situação da mulher:

“Qual é a sensação?

Qual é a sensação?

De estar sozinha?

Sem rumo para casa?

Como uma completa desconhecida?

Como uma pedra rolando?”

Afinal, o que é mais miserável do que ser uma completa desconhecida, sem ter ninguém a quem recorrer? O que é mais insignificante do que uma pedra a rolar, sem rumos ou direções? Difícil imaginar. O fato é que “Like a Rolling Stone” foi, e ainda é original, e seus versos cheios de rancor e vingança guardam margens para interpretações e sentimentos grandiosos.

3 – Another Brick In The Wall (part II), por Pink Floyd

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“Another Brick In The Wall” é uma canção do Pink Floyd, composta pelo baixista Roger Waters, para o álbum The Wall, que foi dividida em três partes. A mais famosa, que será a analisada aqui, é a parte II.

A parte II de “Another Brick In The Wall” começa com o icônico verso “Nós não precisamos de nenhuma educação”, já impactando logo de cara a mensagem principal da música, uma crítica direta ao sistema educacional e as imposições subjetivas da sociedade sobre o que é relevante ensinar e sobre como deve ser esse método de ensino. A letra segue “Nós não precisamos de nenhuma lavagem cerebral, de nenhum humor negro na sala de aula.” Reforçando a ideia central e criticando fortemente o ensino aplicado, o que é imposto aos alunos e como são subjetivos os conceitos e o próprio humor numa escola. Por fim, a estrofe termina com:

“Professores, deixem as crianças em paz.

Ei! Professor! Deixe as crianças em paz!

Em suma, é apenas mais um tijolo no muro.

Em suma, você é apenas mais um tijolo no muro.”

Um final de estrofe de caráter forte, incisivo e chocante. A letra é enfática, o professor é praticamente insignificante perto da complexidade e grandiosidade que é a educação e a formação de uma criança, e, por conseguinte, um cidadão. Ser “apenas mais um tijolo” é a personificação máxima disso, afinal somos a soma de todas as nossas experiências e valores absorvidos, sejam eles vindos da família, da escola, das experiências interpessoais, espirituais ou de quaisquer outras. Os conceitos e ideias subjetivas de um professor ou uma escola não podem sobrepujar ou querer moldar toda uma formação já em construção e que ainda será muito afetada.

A canção continua repetindo a mesma estrofe, mas dessa vez é na voz de um coral de crianças, uma clara e óbvia forma de reafirmação das ideias apresentadas. Um grito contra a doutrinação e a imposição de professores, a favor da liberdade de expressão, do livre arbítrio e da liberdade de uma forma geral, é a síntese da grandiosidade de “Another Brick In The Wall”.

2 – Sunday Bloody Sunday, por U2

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“Sunday Bloody Sunday” é uma canção da banda irlandesa U2, primeira faixa do álbum War, lançada em 1983. Narra o conflito (ou melhor dizendo, o massacre) entre jovens protestantes e católicos contra as forças do exercito inglês, que ocorreu em Derry, na Irlanda do Norte, em 30 de janeiro de 1972 e ficou conhecido como Domingo Sangrento. Das 14 vítimas mortas, sete eram menores de idade, sendo que todos estavam desarmados e cinco delas foram alvejadas pelas costas.

A letra do U2, uma das mais políticas da história da música popular, descreve o horror sentido por um observador irlandês frente ao massacre e as calamidades da repressão e da guerra de uma forma geral. A canção é um grito de inconformismo e uma aclamação por paz, pelas vítimas do incidente e um grande questionamento, genialmente sintetizado pelo seguinte trecho: “Há muitos que perderam, mas me diga: Quem ganhou?”.

“Sunday Bloody Sunday” é genial, seus versos são recheados de uma profundidade ímpar, um descontentamento e um grito necessário para o mundo inteiro ouvir. Trechos como “Garrafas quebradas sob os pés das crianças, corpos espalhados num beco sem saída.”, “As trincheiras cavadas em nossos corações e mães, filhos, irmãos, irmãs dilacerados.”, “Vou limpar suas lágrimas, vou limpar os seus olhos vermelhos.” e “E é verdade que somos imunes quando o fato é ficção e a TV realidade. E hoje milhões choram. Comemos e bebemos enquanto eles morrem amanhã.”, são todos trechos que descrevem com maestria o horror de uma guerra urbana, como a destruição nas ruas, a tristeza de ver inocentes como crianças e famílias morrerem e a mídia tentando esconder ou manipular os fatos. Dizeres necessários, questionamentos perfeitos e aclamação imprescindível.

1 – Livin’ On a Prayer, por Bon Jovi

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“Livin’ On a Prayer” é uma canção da banda de Rock estadunidense Bon Jovi, lançada em 1986. A música, que tem como tradução de seu título “Vivendo em Oração” é amplamente considerada como a maior composição sobre a fé já realizada na música popular.

A letra começa nos contando sobre Tommy, um trabalhador que ficou desempregado, e passou a depender do salário de sua mulher, Gina, que trabalha o dia inteiro numa lanchonete. A música se prepara para entrar no refrão da seguinte maneira:

“Gina trabalha numa lanchonete o dia todo.

Trabalhando para seu homem, ela traz o seu salário para casa,

Por amor, por amor…

Ela diz: ‘Temos que nos agarrar ao que temos

Porque não faz diferença se conseguiremos ou não.

Nós temos um ao outro e isso já é muito!

Por amor, nós iremos tentar!’”.

Contando a história do casal, a letra entra na fala de Gina, que por sinal é magnífica, demonstrando força, obstinação e cooperação. Ela apoia seu marido por amor e temos logo em seguida o refrão, uma explicação de onde vem a base do casal para superar as dificuldades, a fé:

“Oh, estamos quase lá!

Oh, oh, vivendo em oração…

Segure a minha mão, nós vamos conseguir, eu juro!

Oh, oh, vivendo em oração.”

Um refrão que transborda otimismo, esperança e positividade, mesmo numa situação onde tudo leva a sentimentos contrários.

A canção segue, e em seguida é Gina que fraqueja. Nessa hora, Tommy está lá para auxiliá-la, e novamente se agarrarem ao amor que um sente pelo outro para continuarem acreditando:

“Gina sonha em fugir.

Quando ela chora à noite, Tommy sussurra:

‘Querida, ficará tudo bem, algum dia.

Temos que nos agarrar ao que temos,

Porque não faz diferença se nós conseguiremos ou não.

Nós temos um ao outro e isso já é muito!

Por amor, nós iremos tentar!’”

Novamente uma bomba de otimismo, esperança, cooperação e positividade são confirmadas pela entrada do refrão. Que antes de repetir ainda guarda o seguinte trecho:

“Nós temos que suportar, estando prontos ou não.

Você vive pela luta quando ela é tudo o que você tem.”

Um verso genial, consolador, encorajador e estimulante, capaz de fazer com que nós, cansados pela batalha do dia-a-dia retomemos fôlego e sigamos com nossas lutas diárias.

Por fim, a canção termina repetindo o coro e nos premiando com uma história simples em um enredo cotidiano, mas extremamente rica e capaz de um engajamento quase insuperável para aqueles que andam desanimados, desamparados, desesperados ou mesmo cansados. Um verdadeiro hino sobre fé, amor, encorajamento e companheirismo, este é “Livin’On a Prayer”.

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Top X – Os 10 Melhores Zagueiros do Mundo

Esta é a seção Top X, onde elaboramos um Top que pode ser sobre os mais diversos assuntos. A letra X no título é propositalmente uma incógnita, pois poderemos fazer um Top com qualquer valor.

Definir quais são os melhores zagueiros do mundo não é uma tarefa fácil. Esta é uma das posições mais ingratas do futebol, afinal o zagueiro pode destruir inúmeras jogadas durante o jogo, realizar bons lançamentos, fazer saídas de bola com precisão, marcar gols e tudo mais, porém basta uma falha para ser fatal.

Tendo em visto tudo isso, elaboramos uma lista tentando levar em conta principalmente a segurança e a regularidade de um zagueiro, mas também analisamos sua qualidade técnica, impulsão, posicionamento defensivo e ofensivo, gols marcados e poder de decisão. Enfim, segue a nossa lista com os 10 melhores zagueiros do mundo em 2015.

10 – Nicolas Otamendi

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Otamendi foi eleito o melhor zagueiro do Campeonato Espanhol 2014-15. Com grandes atuações foi contratado pelo milionário Manchester City. Seguro, sério e com a habitual garra argentina, transformou-se num dos melhores zagueiros do mundo e o principal nome da zaga de seu país.

9 – Vincent Kompany

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Kompany é um dos muitos nomes da forte geração belga. Conseguiu o notável feito de ser eleito o melhor jogador da Premier League 2011-12. No Manchester City desde 2008, é um dos grandes nomes da história do clube e o principal zagueiro belga da atualidade. Alto e forte, Kompany é bom no jogo aéreo, seguro na defesa, técnico e líder. Nono lugar para ele.

8 – Miranda

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Miranda é hoje o melhor zagueiro da seleção brasileira. Joga com seriedade, segurança e ótima regularidade. Miranda também é bom no jogo aéreo, tendo ótimo posicionamento defensivo e ofensivo. Formou a melhor dupla de zaga do mundo por um bom tempo com Diego Godín, tendo se transferido para a Internazionale no meio do ano. A equipe Nerazzurri, que vinha oscilando muito nos últimos anos, ocupa hoje a ponta da tabela do Campeonato Italiano com a melhor defesa da competição.

7 – Naldo

VfL Wolfsburg v 1. FC Nuernberg - Bundesliga

Ronaldo Aparecido Rodrigues, mais conhecido como Naldo, foi o melhor zagueiro do campeonato alemão 2014-15 e decisivo no título do Wolfsburg da Copa da Alemanha. Naldo joga sério, tem ótima regularidade, é excelente no jogo aéreo, tanto defensivamente como ofensivamente e ainda é um excelente cobrador de faltas (não foram poucos os gols do Wolfsburg que saíram após cobranças de faltas dele). Atualmente é o melhor zagueiro brasileiro em atividade e, por motivos inexplicáveis, não é convocado.

6 – Mats Hummels

1. FC Koeln v Borussia Dortmund - Bundesliga

Hummels é o principal zagueiro do Borussia Dortmund e titular da seleção alemã, campeã do Mundo em 2014. Excelente no jogo aéreo, com ótimo senso de cobertura e de marcação, também tem muita técnica para sair jogando e fazer bons lançamentos. Tem grande poder de decisão também e poderia facilmente entrar no top 3, mas adora entregar o doce em alguns momentos. Ainda assim, tecnicamente falando é um dos melhores sem dúvidas.

5 – Sérgio Ramos

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Sérgio Ramos é, possivelmente, o zagueiro mais badalado do mundo. Dispõe de muita técnica, tanto que jogava como lateral anteriormente. Sabe sair jogando como poucos zagueiros do futebol mundial e é extremamente decisivo, com ótimo posicionamento na bola parada. Fez o gol do título de “La Décima” Champions League do Real Madrid ao marcar de cabeça no último lance do segundo tempo e levar o jogo para a prorrogação, dando a chance de virada ao time merengue. Assim como Hummels, poderia estar mais a frente, talvez até em primeiro, mas também adora entregar o ouro em vários momentos e dispõe de certa displicência em muitas saídas de bola.

4 – Javier Mascherano

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Mascherano é o melhor jogador de defesa da Argentina, mas na seleção joga como primeiro volante. No Barcelona, devido sua grande capacidade de marcação, senso de cobertura, ótima saída de bola, seriedade e regularidade, foi deslocado para a zaga. Há alguns anos jogando como zagueiro no time culé, Mascherano não só manteve o rendimento, como também se tornou o nome mais forte da zaga blaugrana.

3 – Jerome Boateng

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Ao lado de Mats Hummels, Boateng formou a zaga campeã da Copa do Mundo FIFA 2014. O zagueiro alemão é o principal nome da zaga do Bayern de Munique e um dos melhores da posição no mundo. Zagueiro de muita técnica, tem ótima saída de bola, chuta muito bem de longas distâncias, tem ótimo senso de cobertura e realiza exímios lançamentos. Forte também na bola parada, Boateng também é bastante regular e seguro em suas atuações. Terceiro lugar na lista.

2 – Giorgio Chiellini

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A Juventus tem em Chiellini o principal nome de sua defesa. O zagueiro italiano joga com extrema seriedade e segurança, tem ótimo poder de marcação e senso de cobertura, também se posiciona muito bem e é muito bom no jogo aéreo. Zagueiro de ótima técnica e excelente regularidade, destaca-se como o principal zagueiro da Itália já há alguns anos. Medalha de prata.

1 – Diego Godín

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Diego Godín é o principal zagueiro do Atlético de Madrid e da Seleção Uruguaia já há alguns anos. Seguro, sério, firme e extremamente regular, o uruguaio também tem ótima técnica, grande senso de cobertura e de posicionamento e uma impulsão incrível. Além disso, é provavelmente o zagueiro mais mortal e decisivo na bola parada da atualidade. O gol do título do Campeonato Espanhol 2013/2014, da final da Champions League 2013/2014 e da classificação do Uruguai para as oitavas de final da Copa do Mundo FIFA 2014, são alguns exemplos de como o zagueiro é decisivo. Já fez três gols nas eliminatórias para a Copa do Mundo FIFA 2018 e é o artilheiro da Celeste Olímpica no torneio. Tem pouca mídia, mas futebol de sobra. Diego Godín leva o título de melhor zagueiro do mundo!

Essa foi nossa lista com os 10 melhores zagueiros do mundo. Concorde, discorde, comente o que mudariam e compartilhe conosco sua lista.

Cavadinha – As Férias de José Trajano

Essa é a nova seção do Capital Cultural, o “Cavadinhas” é um espaço criado para compartilharmos e comentarmos as coisas mais engraçadas e/ou curiosas que rolarem na internet. E na estreia do quadro tem as férias de José Trajano, esquiando em Andorra, pequeno país europeu.

Para quem não sabe José Trajano Reis Quinhões é um dos mais respeitados jornalistas esportivos do Brasil. Foi um dos fundadores da ESPN Brasil, franquia local da ESPN, ocupando atualmente o cargo de diretor de jornalismo do canal. Aos 69 anos, Trajano se tornou uma referência do jornalismo esportivo brasileiro por sua vasta experiência, posições e declarações firmes.

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O referido homem

Pois bem, esse senhor, de imagem séria na mídia brasileira protagonizou um dos vídeos mais hilários dos últimos tempos. Trajano foi filmado por seu filho, aparentemente sem ele saber, enquanto andavam de trenó e esquiavam nas montanhas de Andorra.

No vídeo, o jornalista é flagrado se alterando com um dos cachorros que puxavam o trenó. Ele começa a narrar as ações do animal, enquanto o  xinga e tudo mais. Sabe por quê? Porque o cão estava cagando! O vídeo é hilário, principalmente por se tratar da pessoa que o Trajano é. Para exemplificar melhor e, guardada as devidas proporções, é como ver o Willian Bonner, numa situação semelhante.

Não vou dizer mais para não perder a graça, apenas contemplem o espetacular vídeo nesse link .

Review – Fúria de Titãs, a personificação da falta de desenvolvimento narrativo

Não dava para esperar muito de um diretor que é fã de Cavaleiros do Zodíaco, né?

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Ficha Técnica:

Fúria de Titãs (Clash of the Titans)

Direção: Louis Leterrier

Produção: Basil Iwanyk, Kevin De La Noy e Richard D. Zanuck

Roteiro: Travis Beacham e Phil Hay

Gênero: Ação, Aventura, Fantasia

Distribuição: Warner Bros. Pictures

Elenco: Sam Worthington, Liam Neeson, Ralph Fiennes, Gemma Arterton, Mads Mikkelsen, Alexa Davalos e Danny Huston

Lançamento: 2010

O diretor de Fúria de Titãs, Louis Leterrier, declarou-se fã de Cavaleiros do Zodíaco e disse que este Fúria de Titãs era também uma homenagem ao mangá de Masami Kurumada. Bem, por aí já podíamos imaginar que não teríamos um grande trabalho… E realmente não foi. Baseado na mitologia grega, Fúria de Titãs conta a história de Perseu (sim, o semideus irmão de Hércules e famoso por decapitar a Medusa), porém com grandes diferenças em relação ao mito original. Mergulhado no riquíssimo universo da mitologia grega, Fúria de Titãs não consegue desenvolver nenhum de seus temas e plots, culminando num trabalho vazio e pouco produtivo.

Em termos mais técnicos, Fúria de Titãs não é ruim (embora não seja brilhante), conseguindo ser eficaz com seus muitos efeitos especiais. As cenas de ação, embora não sejam bem desenvolvidas narrativamente falando, pelo menos conseguem ser minimamente divertidas. O design de produção, o figurino, a fotografia, os cenários e a trilha sonora não comprometem, o que já é um alívio. Há algumas cenas em slow motion que não acrescentam em nada, mas não chegam a atrapalhar também.

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Os personagens de Fúria de Titãs são sofríveis, a começar pelo seu protagonista. Perseu não tem nenhum desenvolvimento durante o longa, mostrando-se um personagem raso, sem carisma, com um background vazio e incapaz de conduzir a atenção do espectador. Suas ações são motivadas pela vingança contra Hades e só. Sua resolução e desenvolvimentos amorosos são péssimos e a atuação de Sam Worthington também não consegue salvar o personagem. Andrômeda e Io são as duas mocinhas do filme (isso mesmo, duas!) e obviamente nenhuma das duas funciona. Aliás, a primeira não parece ter significado nenhum para existir no filme, pois sequer nos importamos com ela, já que não desenvolve nada com o protagonista (e o pior é que ela o convida para ser seu rei no final!). Já com a segunda, até há um pequeno desenvolvimento, mas superficial e forçado o suficiente para que o espectador comemore a “morte” dela. Hades e Zeus parecem agir como robôs no filme, mais mecânicos impossível, e obviamente, não há nenhum desenvolvimento na relação entre eles. Os outros personagens também não tem nenhum desenvolvimento, sendo totalmente esquecíveis (alguém lembra o nome de algum deles pelo menos?).

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Os personagens de Fúria de Titãs são um ponto fraquíssimo do longa, mas é no roteiro que temos as maiores decepções. Para começar, não existe uma construção de mundo, os roteiristas parecem pressupor que o espectador já deva conhecer a mitologia grega. Não há um desenvolvimento de história, as transições para os desafios que Perseu deve enfrentar acontecem de maneira abrupta, não há uma conexão clara entre as situações expostas, não há originalidade, propósito ou empolgação com praticamente nenhuma sequência. Os plots apresentados, como por exemplo, os deuses se alimentarem das orações humanas e a insubmissão dos humanos, não são bem desenvolvidos. No final temos a impressão de que os personagens estão simplesmente sendo jogados de um lado para o outro porque sim, é necessário ao roteiro. Aliás, uma das partes em que essa imbecil inconsistência narrativa fica mais evidente é quando Zeus (o viril Deus do Olimpo) traz de volta Io, que deveria estar morta, para ser a companheira de Perseu, simplesmente porque ele (como filho do garanhão do Olimpo) não podia ficar sozinho.

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O filme até consegue ter boas sequências de ação, e transita bem, em alguns momentos, na mitologia grega, mas é muito pouco! Tematicamente o filme não tem nada a dizer, não traz nenhuma mensagem relevante e não consegue gerar nenhuma empatia no espectador. Perseu é irritante e incoerente ao afirmar, por diversas vezes durante a projeção, querer vencer como humano e não aceitar os presentes divinos, sendo que no final (e contraditoriamente depois que seus companheiros morreram) ele resolve aceitar os itens mágicos (afinal de onde veio aquela espada?) e lutar como um semideus. O fim da película é podre, com um superestimado Kraken (dito no filme bem mais assustador do que provou ser) sendo derrotado estranhamente e facilmente pelo olhar da Medusa, direcionado por Perseu.

Com pouco mais de uma hora e meia de duração, Fúria de Titãs pode agradar a quem goste de uma ação pura e com bons efeitos especiais, mas é preciso ter uma grande suspensão de descrença e que o espectador não exija mais nada do longa. Como já dito, narrativamente fraco, incoerente e vazio, essa homenagem a Cavaleiros do Zodíaco é tão ruim quanto a própria obra de Masami Kurumada.

Top X – As 12 Cenas Mais Marcantes de Game Of Thrones

Esta é a seção Top X, onde elaboramos um Top que pode ser sobre os mais diversos assuntos. A letra X no título é propositalmente uma incógnita, pois poderemos fazer um Top com qualquer valor.

Baseado na série de livros As Crônicas de Gelo e Fogo (A Song of Ice and Fire no original) de George R. R. Martin, Game of Thrones é uma série de televisão, produzida pela HBO, de enorme sucesso mundial. Criada por David Benioff e D. B. Weiss, a série alcançou o livro dos recordes como a de maior exibição simultânea ao redor do mundo. Sucesso de crítica e de popularidade, Game of Thornes notabilizou-se como uma das maiores séries da história, ainda que não tenha chegado a conclusão de sua grandiosa saga.

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Intro oficial da série

Nesse Top X, traremos uma lista com as 12 cenas mais marcantes da primeira até a quinta temporada. Para criar a lista consideramos a qualidade técnica da cena, a atuação dos atores, as ações dos personagens, o quão marcante ela foi, sua importância no enredo, seu propósito e sua coerência. Sem mais delongas, segue a lista com as 12 melhores cenas de Game of Thrones.

[AVISO: O TEXTO ABAIXO CONTÉM SPOILERS!!! SE VOCÊ AINDA NÃO ASSISTIU A GAME OF THRONES OU MESMO LEU OS LIVROS DE GEORGE R. R. MARTIN, LEIA POR SUA CONTA E RISCO.]

12 – Ataque ao Castelo Negro e Morte de Ygritte

O episódio 9 da quarta temporada de Game of Thrones é um dos mais incríveis em termos de efeitos especiais (tem até gigantes montados em mamutes!). Na invasão dos selvagens à muralha vemos grandes batalhas, estratégias de ataque e de defesa muito interessantes e uma tensão muito bem criada pelos diretores. No ponto mais alto do episódio temos Jon Snow frente a frente com Ygritte que acaba sendo mortalmente ferida por Olly e morre nos braços de Jon. Suas últimas palavras não poderiam ser diferentes: “Você não sabe de nada, Jon Snow.”.

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O derradeiro encontro entre Jon Snow e Ygritte

11 – A Batalha de Blackwater

A Batalha de Blackwater foi ao ar no episódio 9 da segunda temporada e foi marcante pelas estratégias de guerra ali utilizadas e pelo espetáculo visual incrível que proporcionou. Como não se lembrar da brilhante engenhosidade de usar fogovivo? E a magnífica encenação da explosão do fogovivo em meio à baía das águas negras? Como se já não bastasse essa contemplação visual muito bem dirigida com ótimos quadros e cenas, temos ainda um confronto que deixa o telespectador bastante empolgado. Há ainda um fabuloso discurso de Tyrion Lannister e a impagável oportunidade de ver o odiado Joffrey fugir covardemente da guerra. Outro ponto importante é a fuga do Cão de Caça, que após essa guerra toma rumos totalmente diferentes na história e cresce como personagem. A guerra termina com a intervenção de Lorde Tywin Lannister, que chega a Porto Real para assumir sua posição como Mão do Rei, e a derrota de Stannis Baratheon.

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A explosão de fogovivo na baía das águas negras de Porto Real

10 – O Poder de Melissandre

Melissandre é uma sacerdotisa que serve ao deus R’hollor, também conhecido como o Senhor da Luz. O poder de Melissandre está intimamente relacionado à sua fé e seus feitiços em nome do Senhor da Luz. A Sacerdotisa Vermelha acredita que Stannis Baratheon é Azor Ahai renascido, aquele que irá salvar o mundo do Grande Outro, o inimigo de R’hollor, embora ainda não se possa confirmar se é realmente Stannis ou outros personagens que encaixam ainda mais nos dizeres da profecia. Discreta na primeira temporada, Melissandre demonstra pela primeira vez seu poder ao “engravidar” de Stannis e assim dar a luz a uma sombra (bizarro, não?) que tomou a forma de seu “pai” e assassinou Renly Baratheon. A morte de Renly faz com que o exército de seu irmão dobre de tamanho e lhe dá a força militar necessária para atacar Porto Real. A cena é marcante por expor o poder de Melissandre e destacar a força de R’hollor pela primeira vez, o que futuramente será imprescindível na série, além de claro, o destaque da atuação de Carice van Houten. A sequência foi ao ar no final do episódio 4 e no início do episódio 5 da segunda temporada.

09 – A Morte de Lysa Arryn

Petyr Baelish, mais conhecido como Mindinho, é o personagem mais intrigante e misterioso de Game of Thrones. Alguém sabe qual é a dele? A cena em quem Lysa Arryn morre, jogada pela Porta da Lua por Mindinho é marcante por colocar mais uma grande interrogação no telespectador. Lysa já havia revelado, numa conversa com Mindinho, que ambos foram os responsáveis pela morte de Jon Arryn, evento que desencadeou toda a guerra pelo Trono de Ferro. Quando ainda estamos chocados em saber que foi Mindinho o responsável e achamos que finalmente estamos começando a entender seus planos, ele mata Lysa. E mais uma vez o telespectador fica sem entender os verdadeiros planos de Lorde Baelish. Mindinho é um dos pilares da série, e um dos homens mais perigosos e misteriosos de Westeros. Fiquemos de olho nele, pois algo muito grande o mesmo está tramando.

08 – A Morte de Joffrey Baratheon

Joffrey Baratheon conseguiu a proeza de ser o personagem mais odiado de Game of Thrones e possivelmente um dos mais odiados da história da ficção. Um feito e tanto! A morte do “Rei” foi ao ar no episódio 2 da quarta temporada e foi era um dos momentos mais aguardados por todos os fãs da série. A preparação para a cena foi ótima, com Joffrey sendo Joffrey e humilhando Tyrion enquanto se divertia na sua festa de casamento. Envenenado, o “Rei” morre nos braços de sua mãe, não sem antes deixar sua última cartada, acusar seu tio de regicídio. A morte de Joffrey foi um ponto alto e importantíssimo da história, além de ter sido o momento mais aguardado por  todos desde então.

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“Mamãe me ajuda!” – Joffrey teve o que mereceu

07 – A Víbora Contra a Montanha

Oberyn Martell se tornou, em pouco tempo de cena, um dos personagens mais carismáticos de Game of Thrones. A cena da luta entre a Víbora Vermelha e a Montanha foi ao ar no episódio 8 da quarta temporada e contou com uma atuação brilhante de Pedro Pascal. Tudo que antecedeu a luta, tudo que a mesma envolvia e a forma como se denrolou fez ela se tornar memorável. A batalha em si foi uma das mais legais de toda a série, mostrando uma obstinação insaciável de Oberyn e culminando com um chocante final para ele, para Tyrion e para todos os telespectadores.

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Oberyn Martell vs Sor Gregor Clegane

06 – O Casamento Vermelho

O Casamento Vermelho foi ao no episódio 9 da terceira temporada de Game of Thrones. A cena é memorável por ser a maior chacina da história da série até então, pelo menos no que si diz a personagens importantes. Conspirando contra Robb Star, autoproclamado o Rei do Norte e que quebrou uma promessa com Lorde Walder Frey, este junto com o Tywin Lannister e Roose Bolton, armam uma emboscada para Robb, na qual ele, sua mãe Catelyn Stark, sua esposa Talisa Stark (grávida) e seu lobo Vento Cinzento são brutalmente assassinados. Todo o clima criado para a cena, a canção The Rains of Castemares sendo ressoada no fundo, o clima de tensão subindo gradualmente, criam uma ambientação perfeita para o momento. Muito bem dirigida, impactante, com grandes atuações e sendo um ponto importantíssimo na história por marcar o fim definitivo da Guerra dos Cinco Reis, o Casamento Vermelho é uma das mais memoráveis cenas de Game of Thrones.

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Estavam tocando “The Rains of Castemares”, Robb! É claro que ia dar merda!

05 – A Morte de Tywin Lannister

A morte de Tywin Lannister foi a cena final da excelente quarta temporada de Game of Thrones. A cena é reflexo da grande mudança que Tyrion sofreu e dá um fim irônico e absolutamente perfeito a Tywin Lannister. Afinal, ver o homem mais poderoso do continente ser assassinado enquanto estava na privada é sensacional! E por sinal, morto pelas mãos do próprio filho que ele sempre quis matar, julgado por ser um anão. A morte de um dos pilares do mundo de Game of Thrones (Tywin Lannister) é um ponto de virada importantíssimo e aconteceu num ótimo momento da história.

04 – A Morte de Eddard Stark

Game of Thrones é o sucessos que é muito por ser imprevisível e não fazer cerimônias por nenhum personagem. A cena da morte de Ned Stark é o primeiro e grande choque para o telespectador, marcando o caráter inconfundível da série. Durante toda a primeira temporada Lorde Eddard Stark, Senhor de Winterfell, despontou como o grande protagonista da série. Personagem de grande imposição, com um senso inigualável de honra e justiça, e uma excelente atuação de Sean Bean, conquistou o público rapidamente. Na cena em questão, que foi ao ar no episódio 9 da primeira temporada, vemos um Lorde Stark que depois de passar um bom tempo em cativeiro, decide abrir mão de sua honra para poupar sua vida, não por ele, mas pensando no bem de sua filhas, confessando crimes que ele não cometeu. O desgraçado do Joffrey ainda assim o decapita, e o telespectador chocado se pergunta o que seria da série sem seu suposto protagonista.

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Eddard Stark morreu como um traidor

03 – O Nascimento dos Dragões de Daenerys Targaryen

A cena do nascimento dos dragões de Daenerys é a cena que fecha a brilhante temporada de estreia de Game of Thrones. O momento em específico é fruto do sacrifício do corpo de Khal Drogo e da bruxa, condenada por Daenarys como responsável pela morte do mesmo, num ritual de fogo onde a própria Targaryen entra no fogo para participar, levando os adormecidos ovos de dragão juntos. O resultado? Daenerys surge intacta do fogo após o fim do ritual, e com três pequenos dragões em seus braços. Nascia ali a “Mãe dos Dragões” e começava o grande ponto de virada para a personagem. Após isso, Daenerys “Nascida da Tormenta” rumou para o grande salto que a personagem daria e traçou um novo caminho para um importantíssimo núcleo da trama. Ver Daenerys surgir nua, intacta do fogo e com três filhotes de dragões no corpo foi, sem dúvidas uma cena muito marcante, que aliada a importância e o propósito para o enredo, a atuação de Emilia Clarke e qualidade técnica da cena, fazem dela uma das mais memoráveis de toda a série. É digno de nota que durante todo o acontecimento, passava pelo céu o cometa vermelho.

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Daenerys Targaryen passou a ser a “Mãe dos Dragões”

02 – A confissão de Tyrion Lannister

O julgamento de Tyrion Lannister e o sua memorável confissão foi ao ar no episódio 6 da quarta temporada. A cena é emblemática em vários sentidos. Ela marca o ápice da monstruosa atuação de Peter Dinklage como o anão da Casa dos Leões. Na confissão temos o emblemático desabafo de Tyrion, um cuspe na cara da sua família, dos outros representantes da nobreza e de toda a cidade de Porto Real. A cena também é importantíssima, pois estabelece todo o desenvolvimento do personagem e serve como ponto de partida para a virada que ele terá logo em seguida, dando ainda mais profundidade ao já complexo e intrigante Lannister. Determinante para as futuras ações de Tyrion, o propósito da cena, a coerência com sua personalidade, a importância para o enredo geral da obra e todo o impacto do brilhante discurso fazem dela a segunda mais memorável cena de Game of Thrones.

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Tyrion Lannister em sua memorável confissão

01 – A Batalha de Hardhome

A Batalha de Hardhome, cena que foi ao ar no episódio 08 da quinta temporada, é uma mistura de tensão e energia espetacular. A luta de Jon Snow contra o White Walker é fenomenal e consegue criar no telespectador a inquietude necessária à cena, que aliado a todo o massacre no restante da batalha, trás o verdadeiro horror dos Outros. Somado a tudo isso temos o mais espetacular de toda essa batalha: o final. Ver o líder dos White Walkers erguer todos os incontáveis mortos em batalhas e adicioná-los ao seu já imenso exército é de chocar profundamente o telespectador. A expressão de Jon Snow ao ver o terror diante de seus olhos traduz muito bem esse momento. É então que nós finalmente vemos e conseguimos mensurar a insignificante relevância da guerra pelo Trono de Ferro perante a esse real e imensurável problema. O inverno chegou. Essa é a certeza que fica. O mais assombroso? Os Sete Reinos não têm a mínima chance de vencer.

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É nessa hora que todo mundo pensou: “Agora ferrou de vez!”

E esse foi o nosso Top X com as 12 melhores cenas de Game of Thrones! Faltou alguma? Acha que teremos mais cenas tão memoráveis quanto essas na sexta temporada? Comente, discorde, concorde, monte sua lista também. E que venha a sexta temporada de Game of Thrones!

Top X – 15 Melhores Jogadores Jovens do Mundo (Sub-20)

Esta é a seção Top X, onde elaboramos um Top que pode ser sobre os mais diversos assuntos. A letra X no título é propositalmente uma incógnita, pois poderemos fazer um Top com qualquer valor.

Quais são os melhores jogadores jovens do mundo? Quais vocês apostariam como sendo os mais promissores? Reunimos uma lista com os melhores jogadores do mundo com 20 anos ou menos de idade. Vale ressaltar que consideramos apenas jogadores nascidos de 1995 a diante e para elaborar a lista tivemos como principal critério o nível atual do jogador, independente da idade. Não consideramos quem tem mais potencial, até porque não dá pra saber se todos vingarão da forma como imaginamos.

Sem mais delongas, segue a lista dos 15 melhores jogadores jovens do mundo.

15 – Gianluigi Donnarumma (25/02/1999)

AC Milan v US Sassuolo Calcio - Serie A

Nascido em 25 de fevereiro de 1999, Gianluigi Donarunma é o goleiro mais jovem a atuar no profissional da história do Milan, um recorde de estreia com incríveis 16 anos e 8 meses! Donarunma é titular no gol Rossonero desde então, barrando nomes de pesos como os veteranos Diego López e Christian Abbiati. Lugar merecido na lista por ser goleiro titular de um time do peso do Milan e ainda barrar uma forte concorrência.

14 – Andreas Pereira (01/01/1996)

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Nascido na Bélgica, em 1º de janeiro de 1996, Andreas Pereira é filho de pais brasileiros, mais precisamente seu pai é o ex-jogador Marcos Pereira, não muito conhecido no Brasil por ter feito a carreira toda no futebol belga. Andreas é jogador do Manchester United, tendo passado na juventude pelo PSV da Holanda. Optou por defender a Seleção Brasileira e fez o gol canarinho na final da Copa do Mundo FIFA Sub-20 de 2015, ante a Sérvia. Em poucos jogos pelo profissional do Manchester, já marcou um gol e é visto como uma das grandes joias do clube.

13– Luke Shaw (13/06/1995)

Manchester United v Crystal Palace - Premier League

Nascido em 16 de junho de 1996, Luke Shaw surgiu no Southampton, ganhando grande destaque como lateral esquerdo. Em junho de 2014 foi contratado pelo Manchester United, figurando diversas vezes no time titular, mesmo com nomes com Marcos Rojo e Daley Blind como concorrentes. Aos 19 anos foi convocado para a seleção inglesa que disputou a Copa do Mundo FIFA 2014. É apontado como o grande nome para o futuro da lateral esquerda do English Team.

12 – Kenedy (08/02/1996)

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Robert Kenedy Nunes do Nascimento, mais conhecido como Kenedy é um jogador brasileiro nascido em 08 de fevereiro de 1996. Formado nas categorias de base do Fluminense, Kenedy se destacou no profissional pelo clube, atraindo a atenção do milionário Chelsea, da Inglaterra. O jogador recebeu elogios do badalado técnico José Mourinho e tem atuado com muita personalidade no time londrino. Kenedy também vem frequentando as seleções de base do Brasil.

11 – Dele Alli (11/04/1996)

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Damidele Jermaine Alli, mais conhecido como Dele Alli, é um jogador inglês nascido em 11 de abril de 1996. Alli se profissionalizou no Milton Keynes Dons, clube da segunda divisão inglesa, se destacando e sendo contratado pelo Tottenham Hotspur em Fevereiro de 2015. O jovem rapidamente ganhou destaque no Tottenham, chegando a ser convocado para a seleção principal da Inglaterra. Fez um golaço contra a França logo na sua estreia pelo English Team. É apontado como uma grande joia do futebol inglês.

10 – Gabriel Jesus (03/04/1997)

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Nascido em 3 de abril de 1997, Gabriel Jesus é apontado como a maior promessa do Palmeiras. O “menino Jesus” quebrou recordes de gols nas competições de base pelo Palmeiras e gerou muita expectativa para sua subida ao profissional. Estreou pelo profissional do Palmeiras em 7 de março de 2015, tendo marcado seu primeiro gol como profissional em 15 de julho de 2015, diante do ASA pela Copa do Brasil. Assumiu a titularidade do time diante do Cruzeiro em 26 de agosto de 2015 e foi o grande nome do jogo. Gabriel Jesus explodiu desde então e caiu nas graças da torcida palmeirense. É apontado como uma grande joia do futebol brasileiro. Foi o camisa 10 da seleção brasileira na última Copa do Mundo FIFA Sub-20 e presença constante em todas as seleções de base.

09 – Adrien Rabiot (03/04/1995)

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Nascido em 3 de abril de 1995, Adrien Rabiot é um jogador revelado no Paris Saint-Germain, que se destaca como volante, tendo como principais virtudes o bom posicionamento, boa saída de bola e o passe. Rabiot é presença certa nas convocações das seleções de base da França. Tem a confiança de Laurent Blanc e por isso joga constantemente no estrelado time do PSG, às vezes como titular, outras entrando no decorrer da partida. É visto como um dos grandes nomes da fortíssima geração que vem surgindo na França.

08 – Adnan Januzaj (05/02/1995)

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Nascido em 5 de fevereiro de 1995, na Bélgica, e de origem albanesa e sérvia, Januzaj é apontador como uma grande joia da atual, e excelente, geração belga. Meia, canhoto e que atua pelos dois lados do campo, Januzaj foi descoberto nas categorias de base do Anderlecht, rumando ao Manchester United ainda aos 15 anos. Estreou oficialmente pelos Red Devils em 11 de agosto de 2013, passando a jogar constantemente no gigante inglês. Foi emprestado ao Borussia Dortmund em julho de 2015 para ganhar mais experiência. Januzaj também é nome certo nas categorias de base da seleção belga e já recebeu algumas convocações para a seleção principal.

07 – Kingsley Coman (13/06/1996)

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Nascido em 13 de Junho de 1996, Kingsley Coman é outro dos mais promissores nomes da fortíssima geração francesa. Profissionalizou-se no Paris Saint-Germain, mas foi precocemente contratado pela Juventus. Na Juventus, não recebeu tantas oportunidades, mas as poucas que teve foram suficiente para chamar a atenção do badalado Josep Guardiola, técnico do Bayern de Munique. Emprestado aos bávaros, Coman vem sendo muito utilizado pelo técnico espanhol e vem agradando muito. Mais um que é presença certa nas convocações da seleção de base da França, Coman estreou pela seleção principal em 13 de novembro de 2015, contra a Alemanha, num jogo marcado por atentados terroristas em Paris.

06 – Leroy Sané (11/01/1996)

Leroy Sané

 

Nascido em 11 de janeiro de 1996, Sané é o grande nome da boa geração de garotos do Schalke 04. Rápido, inteligente, driblador e artilheiro, o garoto já é titular absoluto dos azuis reais e um dos grandes nomes do time na temporada. Presença constante nas seleções de base da Alemanha, Sané também já foi convocado para a seleção principal.

05 – Julian Weigl (08/09/1995)

Julian Weigl

Nascido em 08 de setembro de 1995, Julian Weigl surgiu no 1860 Munique, estreando em 14 de fevereiro de 2014. Dono de uma excelente saída de bola, ótima distribuição de jogo, grande personalidade e passes precisos, chamou muita atenção ao fazer boas exibições no time de Munique. Foi contratado pelo Borussia Dortmund, assumindo a condição de titular absoluto do time logo em sua primeira temporada. Presença constante nas seleções de base da Alemanha é apontado como o futuro do meio campo germânico, que hoje conta com nomes como Bastian Schweinsteiger, Toni Kross e Ilkay Gündogan.

04 – Gabriel Barbosa (30/08/1996)

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Nascido em 30 de agosto de 1996, Gabriel Barbosa, mais conhecido como Gabigol é o principal nome da base do Santos desde Neymar. O menino da vila se destacou nos juniores por marcar muitos gols, motivo que o faz carregar o apelido de Gabigol até hoje. É tratado com joia no Santos desde pequeno e estreou profissionalmente no time da Baixada Santista em 16 de janeiro de 2013, com apenas 16 anos. Marcou seu primeiro gol como profissional em 21 de agosto de 2013, diante do Grêmio, pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Hoje é titular absoluto do Santos, peça chave do time e dono da lendária camisa 10 do peixe, a camisa de Pelé. Gabriel também é nome certo nas seleções de base do Brasil e visto como um dos maiores nomes para o futuro da seleção brasileira.

03 – Ángel Correa (09/03/1995)

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Nascido em 9 de março de 1995, Ángel Correa é possivelmente o maior nome para o futuro da seleção Argentina.  Surgiu na base do San Lorenzo, destacando rapidamente no time principal. Foi um dos pilares do time que conquistou a inédita Taça Libertadores da América para o clube e rapidamente chamou a atenção de diversos times do mundo. Rápido, técnico, driblador e com a habitual garra argentina, acabou acertando com o Atlético de Madrid, do técnico também argentino Diego Simeone. Ángel Correa joga constantemente no Atlético e é visto como um grande nome para o futuro dos Colchoneros. Presença marcante nas seleções de base, foi o principal jogador da seleção da Argentina na Copa do Mundo FIFA Sub-20 de 2015. Passou a ser também convocado para a seleção principal.

02 – José Giménez (20/01/1995)

JoséGiménez

Nascido em 20 de janeiro de 1995, Giménez é o mais velho da lista e o segundo colocado. O zagueiro uruguaio surgiu no Danubio do Uruguai, sendo contratado pelo Atlético de Madrid ainda em 2013. Giménez hoje, mesmo aos 20 anos é titular absoluto dos Colchoneros e da seleção do Uruguai, onde em ambos, faz dupla com Diego Godín. O jogador também teve passagens pelas seleções de base da “Celeste Olímpica”. Seguro, competente e com a habitual raça Uruguai, tem tudo que precisa para ser o principal zagueiro do mundo em alguns anos.

01 – Anthony Martial (05/12/1995)

Manchester United FC v VfL Wolfsburg - UEFA Champions League

Nascido em 5 de dezembro de 1995, Anthony Martial é mais um, e o principal, entre todos os nomes da nova e excelente geração francesa. Vindo das categorias de base do Lyon, Martial foi contratado pelo Mônaco logo após sua primeira temporada como profissional. No time francês ganhou destaque para o mundo todo e foi contratado pelo Manchester United. Marcou seu primeiro gol pelos Red Devils logo no grande clássico inglês, frente ao Liverpool. Assumiu a condição de titular absoluto nos Diabos Vermelhos e ganhou o prêmio de melhor jogador do mês da Premier League logo no seu primeiro mês na competição. Integrou as categorias de base francesas desde pequeno e hoje desponta como titular da seleção da França e um dos maiores nomes não só para o futuro dos Bleus, como para o futuro do futebol mundial.

 

E aí, concorda? Discorda de algum nome? Faltou alguém? Deixa seu comentário, monte sua lista também.